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Pastor Marcelo Augusto de Carvalho |
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O novo quarteto Arautos do Rei - 2008 CD - Vale à Pena Esperar!
1 Tenor - Ozéias Reis 2 Tenor - Társis Iraídes Barítono - Elson Gollub Baixo - Milton Andrade Pianista - Ricardo Martins
Crítica Musical do Novo CD dos Arautos do Rei: Vale à Pena Esperar
Inovador. Creio ser esta a melhor palavra para descrever o novo cd dos Arautos do Rei, Vale à Pena Esperar. Por quê?
1- Quatro oitavas! Pela primeira vez o grupo produz um álbum que exige de seus componentes um alcance médio de 3 oitavas, e chegando a 4 tranquilamente. Na época dos arranjos do Hooper, eu creio que devido às condições de gravações e estúdios precários se comparados aos de hoje, ele arranjava as vozes para uma média de 2 oitavas e meia, o que soava muito bem para apresentações em sua maioria á capela. É claro que houve muitas músicas que alcançaram essa extensão, como Dentro em Breve Sim, Achou-me, Eu Sei de Um Rio, e outras mais. Mas o novo cd mantém essa realidade permanente.
2- O prefixo. Pela primeira vez o grupo homenageia os “chefes”, isto é, seus oradores, que por estes 45 anos de trajetória, combinaram tão bem “Música e Mensagem”. Afinal de contas, quem não se lembra de onde veio, não sabe para onde está indo!
3- As músicas. Todas brasileiras. Desde a época do Alexandre Reichert houve uma tentativa inteligente de contextualizar o quarteto á realidade nacional. Porém, nossos compositores pátrios das décadas de 70, 80 e 90 sempre foram muito influenciados pela estrutura musical alemã e americana, e muitas vezes produziram obras incríveis, mas que ainda soavam “estrangeiras”. Este álbum é um divisor de águas. Ao ouvir as melodias, você percebe a personalidade “tupiniquim”. Os tempos, suas marcações e entonações são intencionalmente “brasilis”. E o que dizer de algumas sextas, sétimas, nonas (e segundas no baixo!) sutilmente elaboradas?
4- As letras. Além de expressarem idéias, sentimentos e desejos da atual personalidade brasileira, as palavras usadas para comunicar a filosofia cristã são incrivelmente modernas. Até as rimas e as expressões da nossa língua (que eu já não sei se é portuguesa ou brasileira?) são surpreendentemente bem colocadas na fraseologia musical, e soam bem. Imagine você, há alguns anos atrás, ouvir como música de quarteto, linhas melódicas com rimas como: É reino contra reino, nação contra nação, Aumento de maldade, de ódio e traição. Ou É só um pouco mais, um pouquinho mais, Logo aí irei te buscar. E ainda: Dos meus temores, desse mundo e seus horrores, onde reina o mau, Põe um escudo, constrói um muro, À minha volta, pois o que importa, é viver pra Ti. Finalmente saímos daquela antiga maneira de rimar: AMOR-DOR, FALAR-CANTAR, etc... Perdemos o medo de usar a palavra UNÇÃO em seu devido contexto! Também curti uma canção que corteja sua letra em torno de uma palavra tão pouco usual para uma fraseologia musical como ALABASTRO! Uau!!! E contrariando a lógica atual, as letras continuam usando a 2ª. pessoa para se referirem à Deus, sem esquecer de Sua transcendência. Amém! Afinal de contas, Esse é o Deus que Eu Conheço!
5- As orquestrações. Muito bem escritas, fazendo soar as cordas e os metais nas regiões e tempos ideais. Eu vibrei, por exemplo, com a perfeita combinação de flautas e oboé na faixa Se a Mão de Deus Tocar em Mim. Por isto, dou-lhe uma dica: ao adquirir o cd, leve o duplo. Quando desejar um momento de calma e reflexão, curta o playback. Perceba alguns instrumentos que soam uma única e quase imperceptível vez em toda a música. Você verá que foi tão bem produzido que parece ser um outro trabalho!
6- Compositores. Que eu me lembre, pela primeira vez o quarteto lança uma canção, e muito bela por sinal, de uma compositora nacional, Suzane Hirle, que tem produzido material de primeiro nível para vários músicos da atualidade. Ricardo Martins e André Gonçalves (eu não disse que um dia você iria se render aos quartetos?) também entram de cabeça na impagável polifonia masculina. Sinto-me surpreso pelo Ricardo conseguir compor tantas músicas sem ser repetitivo, e ainda produzindo as orquestrações para as mesmas obras! E nossos eternos (e não “velhos”) conhecidos, Evaldo Vicente e Jader Santos dão um toque glamuroso com suas composições, que são “tudo novo” ao perfil dos quartetos.
7- Extensão com beleza. Apesar da distância harmônica ser grande do baixo para o tenor, a harmonia foi tão bem estudada que soa muito bem. Enquanto os tenores estão “nas alturas”, os baixos fazem um gostoso contraste. É maravilhoso para um apreciador musical perceber como as vozes do Ozéias e Társis (vivas á nossa pátria mãe África!) se encaixam tão bem, tendo o Élson fazendo sua parte (barítono é sempre discreto!), e o Milton “descendo a ladeira” harmonicamente, sem ser “pontudo” ou “rachado”! “Ei, qual foi a última vez que você viu um baixo brasileiro solando grave e bonito?” Os 4 componentes possuem não somente belas vozes, mas conservam seus harmônicos vocais, estejam nos graves, médios ou agudos.
8- Base de estudo. Este não é um cd para ouvintes casuais. Ele é suave nas interpretações, mas denso nas idéias e conceitos. Dependendo do momento, é até pesado para se ouvir uma faixa após a outra. Pra quem gosta ou estuda música, seja instrumental ou principalmente vocal, é um prato cheio para comparações, novos aprendizados e boas surpresas. Abrimos uma nova escola, a “Martins Musical Center”!
Por isto, eu lhe digo: Valeu à Pena Esperar! Curta essas canções. E se possível, presenteie um amigo especial com este conteúdo precioso!
Uma Palavrinha aos meus bons amigos “do Rei”
Ozéias, amigo indicável. Na vida, são poucos aqueles sobre quem a gente pode dizer por aí: “Nesse, vale à pena você confiar”. Assim como quando você chegou por aqui, ou quando eu te pedi para inovar nossos cultos de sexta-feira, você está sempre me surpreendendo. “Dó de peito? Tenha dó!” Você merece o resultado do que plantou. Parabéns. Só me arrependo de não tê-lo obedecido quando me convidou para formarmos nosso quarteto! Mas está bom demais ouvi-lo. Um abraço na sua “Dion”, Vanessa, e na sua “xérox de saia”, a intrigante Cindy.
Társis, amigo velho. Desde a nossa época de colégio, você tem sido marcante. Aliás, tenho visto que muitos meninos se espelham em sua imagem. Isso é incrível: Deus, o Ser supremo, prefere revelar-Se escondido, usando nossa vida para refleti-Lo! Obrigado por ter retornado, e conte comigo no que precisar. Ah, a tia Magda, minha ovelha aqui, ficou encantada com sua simplicidade e carinho. Também, o que ela esperava de você?! Um super abraço!
Élson, herói da resistência. Numa década de tantas mudanças e desistências, você tem permanecido. Parabéns por sua personalidade e opiniões próprias, que colocadas em tempos de crise, tem ajudado a mantermos as metas e o prestígio no caminho certo. Deus continua precisando e usando homens assim. Que os milagres que Ele já fez em sua vida e família, multipliquem-se a cada “Novo Dia”.
Milton, discretamente inconfundível. É incrível como você tem poucas palavras a dizer, mas tanto a comunicar. Você mostra, à nós pastores, quantas alegrias um filho de pastor pode proporcionar a seus pais, e irmãos. E também, que vale à pena esperar pelo próximo trabalho, para “cravar todas”! Deus bendiga seu marcante ministério.
Ricardo, seu jeito tímido mas refinado, sua mente aberta, e sua extrema sensibilidade musical recolocam o grupo na posição de modelo musical à todos os demais quartetos brasileiros. Sua humildade é tão flagrante que chegas a consultar-me! Obrigado pela confiança. Parabéns pelo resultado do trabalho. E estou curioso pelo que virá! Mas eu sei que valerá á pena esperar!
Com sincero carinho, e humilde opinião, Pr. Marcelo Augusto de Carvalho Pastor Distrital das Faculdades Adventistas de Minas Gerais – Lavras MG www.4tons.com
Lavras, 3 de novembro de 2008.
O CD Vale à Pena Esperar estará nas lojas a partir 19 de novembro, com 12 faixas, todas brasileiras, inclusive com um novo Prefixo. Confira alguns dos títulos: O Retorno Prefixo 2008 Vale a pena esperar Vaso de alabastro Eu vou para o céu Um pouco mais Maior amor Santa unção Se a mão de Deus O Deus que eu conheço Daniel Vencer por você Eu já escutei, e garanto: valerá a pena esperar, só um pouquinho mais!!!
Ozéias Reis - natural de Raposos MG, estudou no IPAE, Petrópolis RJ na década de 90, onde desenvolveu sua apreciação musical e principalmente sua paixão por quartetos. Por 10 anos morou em Poços de caldas, onde lecionou música, cantou em diversos eventos municipais, e dirigiu corais na igreja local. Em 2006 veio integrar a equipe da escola de Artes da FADMINAS sendo professor de canto, dirigente do louvor e diretor do grupo musical de adolescente da instituição. Na última semana de fevereiro foi convidado para ser o novo 1 tenor dos Arautos do Rei. Como seu pastor, pode descrevê-lo como consagrado, comprometido com a causa de Deus, disposto a encarar todas as aventuras, sem perder o humor e a classe. Não tenho dúvida de que a equipe de A Voz da Profecia está muito bem servida. É casado com a Vanessa, também excelente cantora, e tem uma filha, a inteligente Cindy. "Sucesso, querido amigo". OS ARAUTOS DO REI, AQUI NA FADMINAS 1/12/2007
CD 2006 The King´s Heralds - I Just Can´t
WAYNE HOOPER 1920-2007
O mais qualificado arranjador de quartetos do
século XX - O homem que compôs o cântico-sinônimo da crença
da Igreja Adventista do Sétimo Dia na segunda vinda de Cristo, Wayne Hooper, morreu em 28 de fevereiro em sua casa em Thousand Oaks, Califórnia, EUA. Ele
tinha 86 anos. O cântico "Nós Temos Esta Esperança" era a sua composição musical
mais conhecida e foi criado como hino temático para a Assembléia da Associação
Geral em São Francisco, no ano de 1962. O cântico foi usado novamente como hino
temático das sessões da Associação Geral de 1966, 1975, 1995 e 2000. HENRY FEYERABEND 1931-2006
assista aqui seu serviço fúnebre Morreu em 12 de dezembro de 2006 o querido pastor Henry Feyerabend.
Pr. Henry Feyerabend
nasceu na cidade de Jersey City, EUA e foi criado no Canadá. Estudou na Escola
Superior de Waldhein, em Saskatchewan e no Colégio Adventista de Alberta,
Canadá. Bacharelou-se em Teologia pelo Atlantic Union College
e obteve o Mestrado pela Andrews University. Entrou para
o ministério em 1952 na província de Saskatchewan, Canadá.
Esta semana (Outubro, 2006)
tive a oportunidade de visitar o Pastor Fayerabend. Quando eu o chamei dizendo
que ia visitá-lo sentir que aquela voz tão conhecida já não era a mesma. Um
cansaço na pronuncia das palavras denunciava que o incansável e vitorioso
guerreiro estava enfrentando tempos difíceis. OS ARAUTOS 2007
LANÇAMENTO DO CD AQUI É SEU LUGAR 18/08/2006 1. ANOS 70
Eu,
ALEXANDRE REICHERT FILHO, tive o privilégio de ser chamado para trabalhar na VP
como pianista, em 1972, dez anos depois da formação do primeiro grupo. Em
1973, quando cheguei para iniciar meus trabalhos no Rio de Janeiro, os
componentes eram: Eclair Cruz, Melchiades Soares, Wilson Almeida e Roberto
Conrad F°. Foi nessa época que começamos a deixar um pouco os arranjos
americanos de Wayne Hooper, e partir para algo mais nosso, e graças a Deus, a fórmula
deu certo.. Foi ai que gravamos a cantata O Filho Pródigo e Os Arautos do Rei
cantam para as Crianças.
Outra
inovação deste tempo, era nos programas que fazíamos ao vivo. Na primeira
parte do programa, o quarteto interpretava músicas folclóricas e outras...era
algo diferente. Eu guardo a sete chaves uma gravação do quarteto cantando: Na
Bahia tem, Meu boi barroso, O Alfabeto, O Mosquito, A Noviça Rebelde e O Brasil
Merece o Nosso Amor. Também interpretávamos algumas musicas clássicas, e foi
dai que surgiu a idéia do LP Arautos do Rei especial. Uma curiosidade: O LP
Aqui Chegamos pela Fé, era para ser chamado, No Grande Mar, mas ao vermos as
fotos que tiramos para a capa do disco, descobrimos que em todas elas, aparecia
a ponte Rio-Niterói; como poderia ser em alto mar....Dai, a mudança do nome
para Aqui Chegamos pela Fé, que foi outro hino marcante do quarteto.
Em
1975, as "forças ocultas" terminaram com o quarteto, e voltamos 3
anos depois, com uma nova formação: Josué Navarrete, Ademar Penteado,
Francisco Gonçalves e Roberto Conrad F°. Este foi o primeiro quarteto
brasileiro a participar de uma Conferencia Geral da IASD. (Veja na seção Histórias).
Nós viajávamos 250 dias por ano, de Kombi, de Van (raramente de avião), mas
alegres e felizes por poder levar a todas as partes do país a mensagem de que
Cristo em breve virá.
Problemas
familiares fizeram com que eu pedisse para me desligar do quarteto em 1982, e
mudei-me para o IAP, em Ivatuba, PR onde estava mais perto de minha família.
2.
OS ARAUTOS DO REI PELA 1° VEZ NUMA CONFERENCIA GERAL
Isto
foi em 1980, nas reuniões da Conferencia Geral, realizada em Dallas, Texas. A
expectativa era enorme: primeira viagem do quarteto aos Estados Unidos,
participar da Conferencia Geral e além disso, uma turnê por todo o país.
Começamos
a preparar o repertório, mandamos fazer dois ternos novos, fizemos um cassete
especial para vendermos lá, passagens, passaportes, enfim, tudo estava em
ordem. Nossa equipe era formada por: Josué Navarette, Ademar Penteado,
Francisco Gonçalves, Roberto Conrad, P. José Bellezi e eu.
Antes
de sair, já sabiamos que nossa estréia seria em um programa do Departamento de
Comunicações da C.G., junto com o quarteto The King's Heralds. Na hora do
programa, usamos um terno preto muito chic (veja a capa do disco Jesus vem Logo)
e êles com um terninho marrom, bem batido...já fiquei feliz - ganhamos na
roupa. Nossa apresentação foi um sucesso, graças a Deus.
Na
Conferencia Geral, cada solista ou grupo é convidado a ter uma participação
especial, devido ao grande número de irmãos de todas as partes que querem
participar. O querteto ia ter duas participações...mas, depois de nossa
primeira atuação, acabamos cantando cinco vezes. Que benção. Nos tornamos tão
conhecidos que, ao nos reconhecerem dentro de um super-mercado, lá mesmo
tivemos que cantar.
A
turnê foi um sucesso total. Onde seja que nos apresentávamos, os irmãos saim
encantados com a qualidade do programa, com a harmonia do quarteto e com a
variedade do repertório.
Para
mim, o ponto alto da viagem foi nossa última apresentação na igreja de Sligo,
em Washington D.C. Esta igreja, com 4.000 membros, é uma das mais fortes em música,
entre as igrejas adventistas do mundo todo.; para se ter uma idéia, o orçamento
do Departamento de Música era assim em torno de $100.000 dólares por ano.
Quando
nos convidaram para cantar lá, realmente trememos. Cantar em Sligo, é o máximo
para qualquer músico adventista. Eles tem um ou dois concertos por semana, com
os melhores solistas, melhores corais e orquestras, e por essa razão já nos
avisaram que se tivessemos 400 pessoas no concerto já seria uma vitória. Mas,
eles se equivocaram, pois encontramos mais de 1000 pessoas para nos assistir.
Ao
chegarmos sexta-feira anoite para o ensaio, encontramos o boletim da igreja que
dizia: Hoje a tarde, venha ouvir o melhor quarteto masculino do mundo. Que
responsabilidade.
Ao
dar as boas-vindas, o pastor da igreja disse que o diretor musical de lá foi a
Conferencia Geral para contratar os melhores musicos para um concerto em Sligo,e
que ele havia dito ao pastor que o melhor grupo que êle ouviu lá foi o
quarteto brasileiro. Em seguida, o pastor dos jovens disse que, quando era
estudante, os alunos ficavam discutindo se o melhor quarteto do mundo era os
King's Heralds ou o Faith for Today...e aí completou: só perdemos tempo, pois
o melhor quarteto do mundo temos aqui nesta tarde.
A
apresentação foi uma benção para nós e para os irmãos; quase uma hora e
meia de concerto, o público encantado com nosso quarteto. Apresentamos algumas
composições de compositores brasileiros, enfim, terminamos nossa viagem de
quase dois meses, 11 mil milhas percorridas, com chave de ouro.
Tenho
um cassete com a gravação deste concerto, o qual guardo com muito carinho.
Infelizmente, não tenho fotos; se alguém possui alguma, por favor, envie-me
para que outros também possam desfruta-las.
3.
A CANTATA DO FILHO PRÓDIGO
A
cantata do Filho Pródigo tem uma historia interessante. Tudo começou em 1949,
quando o pastor Siegfried Hoffman teve a idéia de escrever um texto sobre esta
parábola, para ser musicado. Terminando de escrever ele pediu ao compositor
Frederico Gerling, Jr. que fizesse a música. Parece-me que o professor Gerling
compôs duas músicas, mas como não foram de agrado do pastor Hoffman, ele,
basicamente, cancelou o projeto.
Em
1967, sendo eu diretor do Coral do IAP, e o pastor Hoffman, pastor da igreja do
colégio, ele me contou que, há dezoito anos, havia escrito um texto, etc…
etc… E, então, perguntou-me se eu não estaria interessado em compor a música
para uma cantata, usando seu texto como letra para as canções. Eu disse que
nunca havia feito nada desta envergadura, mas poderia tentar.
Ele
entregou-me o texto, dando-me plena liberdade de alterá-lo, se necessário.
Algumas frases eram muito repetitivas (estilo pastor Hoffman) e eu resolvi
"enxugar" o texto.
Chegou
a hora de começar a compor e não vinha nada à minha cabeça; e isso já
levava mais de uma semana. Num domingo, resolvi fugir do colégio e ir comer num
restaurante próximo. Na volta, enquanto caminhava os quatro quilômetros entre
o restaurante e o colégio, ainda com o estômago cheio, começaram a soar as
notas que tanto procurava para começar a compor a cantata. Resumindo: em uma
semana a cantata estava pronta.
Escrevi-a
para coral e solistas, mas sem narrador - eram 45 minutos de música. Alguns me
perguntam porque não escrevi a parte do filho para tenor e sim para barítono.
Respondo: porque no colégio, naquele ano, não tínhamos um bom tenor mas, sim,
um bom barítono.
Isto
foi em agosto de 1967 e no final de outubro a obra teve sua estréia, atendendo
à expectativa do Pr. Hofmann e contando uma das mais belas e impressionantes
histórias bíblicas sobre o amor de Deus.
A
cantata do Filho Pródigo foi apresentada muitas vezes, em diferentes locais e
igrejas, sempre por Coral, e tornou-se quase que uma marca registrada nossa.
Em
1972, aceitei um convite para trabalhar na Voz da Profecía, no Rio de Janeiro,
como pianista do Quarteto Arautos do Rei. Os componentes do quarteto, na época,
já tinham ouvido falar da cantata e estavam curiosos para conhecê-la.
Numa
sexta-feira à noite, tive a idéia de reescrever o arranjo vocal original, que
como já foi dito, era para coral de vozes mistas, transformando o arranjo para
quarteto masculino, e no domingo seguinte à noite o projeto já estava concluído.
Pensando
já em gravação, e na possibilidade de usar o Pr. Roberto Rabello na narração,
reduzi a cantata de seus 45 minutos originais para 30 minutos, substituindo
algumas das partes cantadas por texto narrado. Na segunda-feira seguinte, quando
mostrei o trabalho ao quarteto, a alegria foi geral. Isto foi em fins de
fevereiro, e no mês de abril já estávamos com a gravação concluída,
tornando-se a cantata conhecida em todo o território nacional.
Era
emocionante ver, nas apresentações, a reação das pessoas chorando na platéia,
comovendo-se com aquela bela história do amor divino. A mensagem atingia,
assim, o seu objetivo. O Quarteto Arautos do Rei apresentou esta cantata mais de
200 vezes, cumprindo a missão de ajudar a trazer muitos filhos pródigos de
volta ao lar paterno. Quando mudei-me para os Estados Unidos em 1984, resolví traduzí-la para o espanhol, em sua versão original para coral. A reação favorável dos ouvintes foi a mesma do Brasil. A cantata foi gravada pelo coral da Igreja Hispana de Glendale, California, tendo como solistas Ronald Karpiuk e Armando Cordero.
Em
1989, a cantata foi filmada e apresentada na TV Bandeirantes repetidas vezes.
Aliás, se alguém tiver uma cópia deste video, peço que se comunique comigo.
Nesse
mesmo ano, regressei ao Brasil para apresentar dois concertos no Rio de Janeiro.
O ponto alto do programa foi a apresentação da Cantata do Filho Pródigo
interpretada por um coral masculino formado por 18 componentes de várias versões
do Quarteto Arautos do Rei, membros do Grupo VP, e alguns convidados especiais
de quartetos masculinos de diversas igrejas evangélicas. Nunca esquecerei esta
noite e não sei se algum dia conseguirão reunir tanto talento como naquela
ocasião. No instrumental de teclados participavam nada menos que Lineu Soares,
Jader Santos e Flávio Santos.
Entre
os anos de 1989 e 1992, esta cantata foi apresentada dezenas de vezes, de Norte
a Sul do Brasil, pelo Quarteto Reencontro, então formado por dois componentes
do último Quarteto Arautos do Rei que eu dirigi, e dois componentes do primeiro
Quarteto Arautos do Rei. Isso aconteceu sob a direção de Mário Jorge Lima.
Recentemente
a cantata foi gravada pelo quarteto Ministry, de São Paulo, e temos um plano de
preparar uma versão mais atual, que se chamará "O Jovem Filho Pródigo."
Agradeço
a Deus pelos 34 anos desta cantata e oro para que a mesma continue sendo uma benção
para todos que a escutarem pelos anos que virão. E deixo registrada minha mais
sincera gratidão ao Pastor Hoffmann, por haver confiado seu texto a mim, então
um músico ainda tão jovem. Somente no Céu poderemos conhecer todos os frutos
deste trabalho, e agradecer de viva voz ao Pai por nos ter usado em tão
maravilhoso projeto.
4. Morre
James Blackwood
James
Blackwood, o último membro original dos Blackwood Brothers Quartet morreu
devido `a complicações de um derrame no dia 3 de Fevereiro. Ele estava
hospitalizado no Methodist Healthcare-Central Hospital e tinha 82 anos
Os
Blackwood Brothers Quartet gravaram mais de 200 albums e ajudaram a formar a
Gospel Music Association em 1964. O quarteto era um dos favoritos de Elvis
Presley, que cantou com o sobrinho de James, Cecil em um outro quarteto, o
Songfellows, por um curto período de tempo. 5. AONDE ESTÃO OS EX-ARAUTOS DO REI? Conforme prometi o mês passado, vou tentar contar para todos por onde andam os ex-componentes do Quarteto Arautos do Rei. Vamos lá: P. Henry Fayerabend - falecido em dezembro de 2006 Luiz Mota - Mora em São Paulo e frequenta a Igreja Adventista do Brooklin. P. Joel Sarli - Reside em Washington DC, e Lavras MG aposentado. Samuel Campos - Mora em Hortolândia, SP e frequenta a Igreja do IASP. Robert Benfield - Reside em Sacramento, Califórnia e é organista em uma igreja de lá. Genoveva Bergold – Vive em La Paz, Baja Califórnia, México. David Rocha - Advogado da Associação Rio de Janeiro, onde reside e frequenta a Igreja Central. P. Walter Boger – falecido em 1998. Nilo Ramos – Mora em Rolante, RS, perto de Taquara. Iracy Botelho Bravo - Vive em Toronto, Canadá e trabalha para o programa Está Escrito. Cibele Botelho de Castro – Também mora em Toronto, Canadá e é professora de música. P. Malton Braff - É pastor, na Suiça. Enis Rockel – Mora nas Ilhas Mauricio, Norte de Madagascar, Oceano Indico. Wesley Blevins – professor Universitário de Medicina, em Tampa, Flórida. Waldemar Wensel - Reside em Tenesse, Estados Unidos, onde é professor de música em um de nossos colégios. Eclair da Cruz - Vive em Hortolândia, SP e tem seu ministério musical. P. Melchiades Soares - Pastor aposentado, em Curitiba, PR. Wilson Almeida - Vive em Tatui, SP, onde desenvolve, com sua esposa, um projeto de musicalização infantil para as prefeituras. P. Roberto Conrad Filho - Reside em Petrópolis, RJ e continua seu ministério através de todo o Brasil e exterior. Josué Navarrete - Médico anestesiologista, em São Paulo e frequenta a igreja de Moema. Ademar Penteado – Aposentou-se e vive em Jaboticabal, SP. Francisco Gonçalves - Mora em Volta Redonda, RJ e trabalha em Barra Mansa, RJ onde gerencia um departamento do governo. Alexandre Reichert - Mora em Los Angeles, Califórnia onde desenvolve seu ministério musical e é Diretor musical na Igreja Brasileira. Osmar Rosa - Vive em Santana do Livramento, RS. P. Décio Borges - Pastor no Rio de Janeiro, RJ. Sérgio Abud - Reside no Rio de Janeiro, RJ. Enfermeiro no Hospital Silvestre RJ. P. Ivalter Souza - Vive em Curitiba, PR. Pedro Carvalho – Médico, residindo em São Paulo, SP. Eli Prates – Vive em São Paulo; professor no Unasp 1 SP e diretor do Grupo Prisma. Evaldo Vicente – Mora no Canadá. P. Josué de Castro - Pastor em São Paulo, Depto de Lar e Família, e canta no Quarteto Ministry. P. Fernando Iglesias - atual orador do programa Está Escrito. P. Erlo Braum - Secretário da Associação Paulista Leste e canta no Quarteto Ministry. P. Dermival dos Reis - Pastor em São Paulo. P. Costa Jr. – Reside nos EUA, trabalhando com mídia para a Associação Geral. Juan Salazar - produtor musical, no Chile. Denio Abreu - Vive em Washington DC, USA e é o diretor musical da Igreja Brasileira BR 1. P. Jeferson Tavares - Pastor da igreja da Vila Carrão, em São Paulo e canta no Quarteto Ministry. Jader Santos - professor de música no IAP, em Ivatuba, PR. Alan Fernandes - Trabalha em SP no Colégio Adventista de Santo Amaro. Flavio Santos – Vive em Friburgo, RJ e é produtor musical na TV ADSAT. Társis Iraídes - professor de música no IABC - Goiás. 6. AONDE ESTÃO OS EX-KING'S HERALDS? Continuando com a série: Aonde estão...e atendendo aos pedidos de alguns amigos, hoje veremos aonde estão e o que fazem alguns dos ex-integrantes do Quarteto King's Heralds. 26 cantores participaram do quarteto desde a sua fundação, em 1927. Já gravaram mais de 100 discos, em 28 idiomas diferentes. Não pude encontrar toda a informação sobre os 26 ex-cantores, mais aqui apresento algumas, principalmente dos mais recentes.
BOB EDWARDS
- Primeiro tenor
JOHN RAMZEY
- Primeiro tenor
BOB SEAMOUNT
- Segundo tenor
JOHN THURBER
- Segundo tenor
WAYNE HOOPER
- Barítono
JACK VEAZY
- Barítono
JERRY DILL
- Baixo
JIM McCLINTOCK
-
Baixo
BRAD BRALEY – Organista 7. SALADA DOS ARAUTOS 1. A era "classica ou erudita" dos AR começou com a ida do prof.. Waldemar Wensel (argentino) para a VP. Ele começou a ensaiar este tipo de música com o quarteto e usavam apenas em apresentações "ao vivo". Dai, tivemos a idéia de fazer um disco com esse tipo de música...e deu certo. Para esse projeto que compus As Bem-Aventuranças, algo meio estranho para a época. 2. No disco "AR cantam para crianças" foi usado pela primeira vez, no Brasil, "sintetizador" em uma produção evangélica. O Joel Luppi assim que recebeu na sua loja, nos emprestou um. (1973). 3. O CD "Aqui chegamos pela fé" foi realizado com a idéia de desligar-se um pouco do estilo Hooper, e como o estilo Gaither estava começando, dai a reviravolta. Foi um disco que mudou muita coisa e o povo aceitou muito bem. O problema da capa vc já leu no meu site. 4. No meu tempo a gente apresentava nos programas "ao vivo" uma primeira parte folclorica, e depois a religiosa. Também nunca ouvimos criticas e foi algo que nunca mais fizeram. Tenho uns "demos" de alguns deles no meu site (Curiosidades). Seria interessante tocar algum... 5. Uma vez, realizamos uma serie de conferencias com o quarteto em Teresina, Piaui. Como o calor era insurportavel, compramos umas camisas de manga curta nas Lojas Pernambucanas e usamos a serie toda. Nessa cidade, anunciaram pela TV que o quarteto se apresentaria na boate mais chic da cidade. Foi um rolo ter que desmintir isso, no meio de uma serie de conferencias. Dai, fomos a Fortaleza, onde nos encontramos com o P. Rabello. Quando ele nos viu com aquela camisa (uniforme), mandou a gente de volta ao hotel se trocar e colocar terno. Ele disse: "A VP nunca vai se rebaixar ao ponto de apresentar um programa com o quarteto usando uma camisa de manga curta." 6. No disco; Del Delker & Arautos do Rei, o país atravessava uma crise de petróleo e as fábricas de discos estavam no minimo da sua produção. Fizemos apenas 1500 discos. E todos os discos vieram com problemas e tivemos que mandar fazer outra vez. A capa era colorida, mas quando as capas chegaram da gráfica, o rosto do pessoal estava verde ou roxo. Como não tinhamos mais tempo ela saiu apenas em 2 cores (preto e vermelho). 7. O disco da capa branca, foi para comemorar os 35 anos da VP. Também foi a primeira vez que se fazia um disco com aquelas novidades de varias páginas, muitas fotos, e uma mini historia da VP em hinos. *Apenas como curiosidade: Participei do primeiro disco de quarteto gravado em “stéreo” no Brasil. Foi com o Quarteto Hosanas, do IAP no LP: Canta Hosanas. Isso no dia 25 de janeiro de 1965, dia do aniversário da cidade de São Paulo. Nossa, 41 anos atrás 8. ECLAIR CRUZ ECLAIR CRUZ: Nasci em Palmeira das Missões (RS). Comecei meus estudos no IACS em Taquara, vim para o IAE Campus I estudar Teologia. Fui cantar no Arautos do Rei por acidente. O Pr. Feyerabend saiu da Voz da Profecia para fazer um projeto de evangelismo na cidade de São Paulo. O Pr. Roberto Rabello veio consultar o então maestro do coral do IAE Prof. Flavio Garcia, a respeito de um cantor para substituir o Pr. Feyerabend. Fui indicado porque fazia aula de canto com o Prof. Flavio na Acarte. Não tinha interesse em cantar ou entrar na carreira musical. Deus estava preparando o meu caminho. Descobri isso depois que sai do Arautos do Rei. Ele conduziu a minha vida, fui para lá, e depois que sai da Voz da Profecia quis largar a música. Ele trouxe-me de volta.
Não
conclui o curso de Teologia e fui chamado para o Ministério Musical, não
interferiu em nada. Fui chamado para ser pastor e não aceitei. Atualmente,
estou trabalhando com música. Minha esposa e eu estamos viajando pelo Brasil,
fazendo trabalho de evangelismo e conscientização. Apresentamos os pontos básicos
para uma vida cristã, falamos para todas as denominações, a principal coisa
é a comunhão com Deus.
Devoção
é a base das religiões orientais.
Estamos
falando do assunto Relacionamento Devocional, e tem ajudado muito as pessoas.
Descobri quando visitei a Ásia que a base das religiões orientais é a devoção.
A comunhão individual ou seja, momento de devoção. Todas as religiões tem
isso em comum. Vejo que nas igrejas protestantes, principalmente na adventista,
isto não acontece. A vida moderna nos induz a deixar a comunhão de lado. Na Bíblia
descobrimos este assunto, se observarmos as religiões orientais não
enfraquecem. Existe um trabalho de fixação nestas religiões tornando-se um
estilo de vida. Notei um fato curioso que entre os familiares destas religiões
no qual exercem uma vigilância entre si. Com o objetivo de manter uma unidade,
dificilmente um budista, sai do budismo. A família sabe como está a vida
religiosa de cada um. É difícil um budista sair e entrar no cristianismo, a
família persegue, muitos não saem para não sofrer perseguição. Apesar de
tudo isso, alguns descobrem que no cristianismo existe um algo mais. Só o
cristianismo principalmente a Bíblia tem as respostas para muitas perguntas
deles. Depois, que um oriental abraça o crisitianismo, ele não volta mais.
VIVALEGRE:
Quando entrou na Voz da Profecia, imaginava o tipo de trabalho que ia fazer ?
VIVALEGRE:
O Sr. analisava o estilo de música quando cantava na Voz da Profecia? E hoje,
pode comparar?
VIVALEGRE:
Como a senhora reagiu quando o seu esposo lhe disse que iria largar da música?
VIVALEGRE:
Como que o Sr. mantem esse projeto financeiramente ?
VIVALEGRE:
Deixe um testemunho pra nós...
9.
TESTEMUNHOS SOBRE ECLAIR CRUZ ROBERTO CONRAD FILHO
Eclair
Cruz
Tive
o privilégio de conhecer Eclair da Cruz na minha infância. O pai dele,
Eliazibe Cruz e o meu pai estudaram juntos no Ginásio Adventista de Taquara -
RS, atual IACS.
Com
muita estima, e grato pelo privilégio de ter trabalhado com ele por tantos
anos, desejo-lhe muito sucesso e êxito em todos os seus empreendimentos.
Sou,
o amigo e irmão em Cristo,
Roberto
Conrad Filho MÁRIO JORGE LIMA
Desculpem
o saudosismo, mas falar do Eclair Cruz é fazer uma agradável viagem de volta a
um passado, ainda recente, mas que para mim traz bonitas recordações, um tempo
muito bom na minha vida. Conheci o Eclair no final dos anos 60, fazendo parte
daquele que, para mim, foi um dos melhores quartetos que a Voz da Profecia no
Brasil teve em todos os tempos, mas que, infelizmente, não nos deixou registros
fonográficos com a qualidade da tecnologia de ponta: Eclair Cruz, Malton Braff,
Ennis Rockel e Roberto Conrad Filho. Ao piano, lógico, Waldemar Wensell.
Quantas vezes me locomovi por grandes distâncias, de ônibus, de trem e até a
pé para ouvi-los e conversar com eles.
Era
um tempo romântico na música evangélica, tempo de pureza mesmo, tempo em que
se cantava pelo simples prazer de cantar. Não havia aparelhagens de som
poderosas, microfones mágicos, teclados fantásticos e nem orquestrações
mirabolantes. Não havia trejeitos, caras e bocas, e toda a mis-en-cene que se
fazia era a pueril encenação do Rapaz Davi para as crianças. Tempo em que os
Arautos faziam um evangelismo incansável, participando ininterruptamente de séries
e mais séries de conferências por todo o Brasil, ficando longe de suas famílias
e igrejas, cumprindo uma rotina que com certeza terá levado muitas almas ao pé
da cruz.
Eclair
com uma voz incrivelmente metalizada e singular, insólita mesmo, passou por várias
formações dos Arautos do Rei e do Grupo VP, com sua simplicidade, sem nenhuma
arrogância, dormindo no chão do estúdio, apenas para servir e nada mais.
Eclair,
falo de você com muito prazer, e no céu é uma das pessoas de quem quero ser
vizinho, lá eu também vou saber cantar e poderei entoar com você, entre
outras canções, "Servir a Jesus, ó que Doce Prazer". Um grande abraço.
Mário
Jorge Lima. 10. OS ARAUTOS DO REI LANÇAM SEU CD FOGO DIVINO Domingo, dia 7 de novembro de 2004 em Curitiba PR, foi lançado oficialmente o novo cd dos Arautos do Rei, FOGO DIVINO.
As gravações aconteceram nos Estúdios Novo Tempo, com os Arautos José Barbalho, Társis Iraídes, Elson Gollub e Ronaldo Fagundes, sob a direção e regência do maestro Kleber Augusto.
O clima foi de harmonia e amizade entre os cantores, que passam a maior parte do tempo juntos, viajando por todo o Brasil, para levar a mensagem de que Jesus em breve vai voltar!
Fogo Divino é um trabalho ricamente orquestrado, com mensagens atuais, profundas e inspiradoras!
Segundo Evaldo Vicente, diretor artístico da Gravadora Novo Tempo, os Arautos do Rei continuam se superando, aliando qualidade musical,bom gosto nos arranjos e vidas dedicadas a Jesus! VEJA AS FOTOS DA GRAVAÇÃO F1 F2 F3 F4 F5 F6
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