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Pr. Marcelo Augusto de Carvalho

 

 

Curiosidades

01/20

 

 

 

INVENÇÕES

A chupeta e o biberão? A chupeta foi inventada por um médico russo, Stoitchcovsky, na antiga União Soviética. Ele não suportava o choro constante da sua filha, Katerínikoskitóva, e aperfeiçoou um método de silenciamento que ele conhecera quando trabalhava na KGB (ex-agência de inteligência russa). Como não queria matar a sua própria filha, que apesar de chata era muito amada, trocou o ferro derretido por plástico e meteu-o na boca da bebê. Como isso funcionou na perfeição, Stoitchcovsky adaptou a chupeta (como ficou conhecido o instrumento silenciador de crianças) e fez com ela um instrumento de alimentação (já que a criança chorava quando lhe tiravam a chupeta para comer). Stoitchcovsky só não ficou milionário com esta sua invenção porque tudo na época era controlado pelo Estado e eles assumiram a patente da chupeta e do biberão. Isso era tão útil que até os Estados Unidos incorporaram a chupeta e o biberão no seu país, mas fingiram que foi uma criação norte-americana para não admitirem a utilização de um instrumento soviético nas suas crianças.

O Dia da Mãe? O dia da mãe remonta aos tempos remotos do antigo Egito. O tal publicitário americano que os livros dizem que criou o dia da mãe pensando em faturar muito dinheiro realmente teve essa intenção, mas elaborou a escolha do dia através do período Mansés, onde se comemorava algo parecido com o nosso dia da mãe. Essa comemoração foi uma homenagem que o faraó Raminós III fez à sua mãe depois de se arrepender de ter mandado chicoteá-la por ela o ter repreendido depois dele ter partido um vaso na sala de estar do palácio. Esse tal período Mansés durava uma semana e tinha início exatamente na mesma época em que foi decidido o dia em que se homenageariam as mães no nosso calendário.

As Férias? Quem inventou as férias foi um norte-americano chamado John Silvy, que era empregado de limpeza do Senado Americano em 1835. Ele estava cansado de trabalhar tanto e resolveu aproveitar o fácil acesso que tinha às gavetas dos senadores (precisava de limpar tudo, logo, tinha uma chave para tudo) para falsificar um pedido de votação para uma lei que garantiria aos trabalhadores um período de descanso (até então, não existia esse conceito entre os empregadores). A lei foi aprovada, pois John já sabia de antemão em que local ficavam as leis que eram aprovadas e as desaprovadas (os senadores não liam nada, apenas seguiam o que estava pré-definido pelo presidente). Apesar do susto, após terem descoberto a asneira que tinham feito, os senadores não tiveram escolha pois não era possível voltar atrás numa lei que tinha acabado de ser aceite por unanimidade. A partir daí, o mundo imitou os Estados Unidos e esse período de descanso passou a vigorar em quase todo o planeta. O termo “férias” surgiu porque John, espertamente, colocou no seu “projeto lei” que os funcionários no período de descanso continuam a receber a féria do mês. Como o descanso era em dois meses, seriam duas férias. Os empresários ficaram com tanta raiva que, jocosamente, passaram a chamar isso de “férias imerecidas” e, mais tarde, por preguiça, apenas de “férias”. Com o tempo, o termo tornou-se sinônimo desse período de descanso.

Os Números? Os números foram criados por um mercador árabe do século XVIII a.C. cujo nome infelizmente não ficou para a posteridade. Ele vendia produtos finos e chiques para as sociedades emergentes da época. Os seus produtos eram muito caros e devido à inexistência de números ele tinha muita dificuldade em definir o preço das suas mercadorias aos compradores. Ele costumava carregar um caldeirão com várias pedras e dizia que o preço seria era aquela quantidade de pedras substituídas por ouro. Mas isso mostrou-se inviável após certo tempo porque o peso era muito grande e nem sempre os compradores colocavam pedaços de ouro do tamanho correto. O mercador passou anos a pensar numa solução e teve uma idéia ao olhar para as mãos. Cada dedo sozinho era uma quantidade, um com outro era uma quantidade maior e assim por diante. Ele resolveu definir essas quantidades e dar nome a elas (os nomes não são importantes nesta explicação, mas foram eles que num futuro distante deram origem aos nomes dos números nas diversas línguas do mundo). O seu serviço tornou-se mais fácil (apesar da dificuldade inicial de explicar o que eram os números para os seus clientes). Pouco tempo depois, esse conceito chegou à Grécia onde vários homens de ciência desvirtuaram o conceito original de número do mercador árabe e criaram a matemática. Mas isso é outra história...

O Saco de Enjôo? O saco de enjôo foi uma criação do holandês de descendência grega Maurício Kabistikus, em 1978. Ele era dono de uma companhia aérea na Holanda e sofria para limpar os seus aviões dos vômitos. Então, ele criou o protótipo dos atuais sacos de enjôo. O único problema deles é que, além de serem reciclados, eram de pano, o que fazia com que quem vomitasse neles sofresse de respingos do próprio vômito.

A Sequência das Letras do Alfabeto? Antes do alfabeto ser criado, os homens das cavernas comunicavam-se por sons e grunhidos verdadeiramente ilógicos para os ouvidos da humanidade atual. Com o desenvolvimento da humanidade e, consequentemente, do cérebro das pessoas, a comunicação falada adquiriu cada vez mais importância e consistência. O alfabeto, como todos sabemos(?), foi criado pelos fenícios, que precisavam de uma forma de escrita para facilitar os seus negócios. O alfabeto da época (cuneiforme) diferia muito do nosso (romano), que tem a sua origem obviamente no Império Romano. Originalmente as letras tinham outra ordem, ainda não descoberta pelos pesquisadores, mas que foi modificada porque o filho de um imperador, cujo nome não é importante para a compreensão do fato histórico, só conseguia memorizar as letras na disposição que conhecemos. Portanto, um decreto do seu pai redefiniu a disposição das letras e isso perdura até aos nossos dias.