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10/03
A primeira fábrica de alimentos enlatados surgiu em
Londres em 1812. No entanto, as latas era muito difíceis
de abrir e, por isso, os primeiros abridores de latas
eram mecanismos complicados utilizados somentes pelos
empregados das lojas que abriam a lata antes de
entrega-la ao cliente. Somente em 1860, com o início da
fabricação de latas a partir de chapas de estanho, a
abertura das latas foi facilitada e os abridores de lata
passaram a ter utilização mais disseminada.
Dependendo da sociedade, a morte pode estar associada a
diferentes cores. No ocidente, é a cor preta que
tradicionalmente indica o luto. Na China, por exemplo, é
o branco que representa a felicidade e a prosperidade no
outro mundo. Os ciganos costumam vestir vermelho (cor
que, para eles, simboliza a vida e a energia) nos
funerais. Para os muçulmanos, as almas dos justos
assumem a forma de aves brancas. Durante séculos na
Inglaterra o branco foi a cor do luto antes da
introdução do negro.
Os Maias foram um povo "da Idade da Pedra" que nunca
conheceu o princípio da roda mas atingiu níveis
artísticos e intelectuais que nenhuma outra raça da
antiga América alcançou. Sabiam calcular os movimentos
dos planetas e predizer eclipses com uma precisão que só
foi atingida no século XX e, no entanto, eram
completamente incapazes de edificar um simples arco. Sua
escrita mantinha-se numa forma incipiente quando outros
povos já possuíam uma literatura sofisticada. Por outro
lado, seu sistema matemático era incomparavelmente
superior a qualquer outro contemporêneo ou anterior,
mesmo o do antigo Egito. Podiam calcular em milhões e
utilizaram o conceito do zero centenas de anos antes do
resto da humanidade. Os Maias criaram uma civilização
simultaneamente brilhante e primitiva.
O calendário Maia, por razões que se ignoram, tinha
início num dia do ano 3113 a.C. e, em vez de semanas,
meses e anos, utilizavam o kin (1 dia), o
uinal (20 dias), o tun (360 dias), o katun
(7.200 dias) e o baktun (144.000 dias).
Súbita e inexplicavelmente, porém, no início do século
X, a civilização Maia se desintegrou e suas cidades
foram abandonadas. Varias teorias (epidemias,
terremotos, invasões procedentes do México etc) existem
para explicar esse fenômeno. A mais fascinante, talvêz,
seja a de que os Maias se limitaram a desistir da luta
pela sobrevivência contra o calor e a selva sempre
presentes.
Estudos demonstram que, numa edição de dia útil do
New York Times, haja mais informação do que uma
pessoa do século XVI conseguia obter durante uma vida
inteira. |
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