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12/03
Em 1929, ao sul do Oceâno Índico, uma garrafa contendo
uma mensagem em seu interior foi lançada ao mar por uma
expedição científica alemã. Era possível ler a mensagem
sem quebrar a garrafa. A mensagem pedia a quem
encontrasse a garrafa que avisasse do fato e a lançasse
novamento ao mar. Segundo parece, a garrafa foi
arrastada por uma corrente que se dirigia para leste e
que a levou até a extremidade sul da América do Sul,
onde foi diversas vezes encontrada e de novo lançada ao
mar. Daí passou para o Atlântico e de novo ao Oceâno
Índico, passando perto do local onde fora lançada e, em
1935, foi dar à costa ocidental da Austrália. Percorrera
16.000 milhas em 2.447 dias - uma média
consideravelmente rápida, superior a 6 milhas náuticas
por dia. Essa garrafa, que ficou conhecida como "navio
fantasma" muito ensinou aos cientistas a respeito das
correntes marítmas.
Na Grécia do século IV, a ferradura era considerada um
amuleto poderoso. Primeiro, porque era feita de ferro:
um elemento que os gregos acreditavam proteger contra
todo mal. Além disso, sua forma lembra a lua crescente,
símbolo de fertilidade e prosperidade. Os romanos também
adotaram o talismã grego e passaram essa crença aos
cristãos. Estes, por sua vez, também creditam a
superstição a São Dunstan de Canterbury, ferreiro
inglês. Diz a lenda que Dunstan teria conseguido colocar
ferraduras no próprio demônio e somente as retirou
depois de ouvir a promessa de que nunca mais se
aproximaria do objeto. A tradição manda colocar a
ferradura no alto da porta. Mas sempre com as pontas
viradas para cima, senão a sorte vai embora.
A pureza do ouro é expressa pelo número de partes de
ouro puro que compõem a barra. A unidade de medida dessa
pureza é o quilate. Um quilate é encontrado através da
divisão do peso da peça (não importa qual seja) por 24.
Dessa forma, uma peça em ouro 18 quilates tem 18 partes
de ouro puro e 6 partes de outro metal (18+6=24). Uma
peça de ouro de 24 quilates é composta de 24 partes de
ouro e nenhuma de outro metal, ou seja, ouro puro.
A abelha operária, encarregada pela natureza da proteção
da colméia até com a própria vida, tem um ferrão com
pequenas farpas, o que impede que seja retirado
facilmente. Depois de dar uma ferroada, a abelha tenta
escapar, voando. No entanto, por causa das farpas, a
parte posterior do abdômen, onde se localiza o ferrão,
fica presa e a abelha morre. Como ali também se
localizam os nervos da glândula de veneno, este continua
a entrar na ferida mesmo depois da partida do inseto.
Quando o ferrão é usado contra outros insetos, a abelha
não morre, porque ela pode retirar o ferrão da vítima.
Mary Ann Nicholls, 42 anos, foi assassinada em 31 de
agosto de 1888. Sete dias depois, a vítima era Annie
Chapman de 47 anos. Em 30 de setembro, mais dois crimes:
Long Liz Stride e Kate Eddowes. Em 9 de novembro, a
última morte: Mary Kelly de apenas 25 anos. Todas elas
eram moradoras do bairro de Whitechapel, Londres, todas
eram prostitutas e foram retalhadas por aquele que ficou
conhecido como Jack, o estripador. Sua identidade nunca
foi conhecida. Tudo o que a polícia conseguiu deduzir é
que era canhoto e possuía alguns conhecimentos de
medicina. Um cirurgião da polícia chegou a declarar que
os crimes tinha sido executados com "destreza e bastante
perícia". Muitos boatos surgiram: Jack seria um médico
louco, um criminoso polaco, um agente secreto da Rússia
czarista, um puritano obcecado ela depravação da cidade
e, até mesmo, uma parteira louca com ódio sanguinário
pela prostituição. |
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