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www.4tons.com Pr. Marcelo
Augusto de Carvalho |
Curiosidades 03/13 |
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Há muitas explicações sobre a
origem do dia da mentira. A mais convincente diz que a brincadeira surgiu na
França, no reinado de Carlos IX. Nessa época, o ano novo era comemorado em 25
de março, com a chegada da primavera. As festas, que incluíam troca de presentes,
duravam uma semana, terminando a 1º de abril. Mas, em 1564, com a adoção do
calendário gregoriano, o rei decidiu que o ano novo deveria ser comemorado
mesmo a 1º de janeiro. Os franceses que resistiram à mudança, mantiveram o antigo costume. Os gozadores começaram a
ridicularizar esse apego enviando aos conservadores presentes estranhos e
convides para festas inexistentes. Com o tempo, a brincadeira firmou-se na
França, de onde, duzentos anos depois, migrou para a Inglaterra e daí pra o
mundo. No século XVIII, na Inglaterra,
eram os ourives que negociavam barras de ouro ou prata, bem como moedas de
todos os países da Europa. Não havia casas de câmbio. Por isso, os mercadores
adquiriram o costume de guardar o lucro de suas transações com os ourives. Os
cambistas, então, entregavam recibos aos negociantes. Não tardou para que os
recibos de depósito começassem a circular livremente, como meio de pagamento.
Era o início do cheque bancário, coberto por um depósito à vista. Os bancos
ingleses, principalmente o Banco da Inglaterra (fundado em 1694), logo
adotaram a idéia e disciplinaram o uso do cheque entre 1759 e 1772. Começava
a nascer o moderno sistema bancário. O Farol de Alexandria, situado na
cidade denominada em honra de Alexandre, o Grande, uma das sete maravilhas da
antiguidade, foi o primeiro farol do mundo. Erguido numa pequena ilha
denominada Faros, seu arquiteto foi Sóstrato de Cnido e sua construção teve início durante o reinado de
Ptolomeu I. A obra levou cerca de 20 anos e, por volta de 280 a.C., o Farol
já estava construído e em funcionamento. |