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Pr. Marcelo Augusto de Carvalho

 

 

Curiosidades

04/06

 

 

 

O nosso calendário desconsidera alguns anos como bissextos para evitar maiores confusões

Um ano tem 365 dias, 5 horas, 48 minutos e 46 segundos. Arredondando para 365 dias e 6 horas, teremos o seguinte: três anos de 365 dias e um de 366. Assim, no primeiro ano, "perdemos" seis horas; no segundo, 12; no terceiro, 18; e quando, no quarto, iríamos perder 24 horas (um dia), fazemos um ano de 366 dias e tudo volta ao normal. Ótimo, se o ano realmente tivesse 365 dias e um quarto. mas esse valor arredondado é cerca de onze minutos maior que o correto. O resultado é que a cada 400 anos, ficamos um dia à frente do calendário. A solução é a seguinte: os anos múltiplos de 100 não são bissextos, mas os múltiplos de 400 são. Assim, 1900 não foi bissexto. Agora, em 2000, estamos quase 24 horas atrasados. Então consideramos 2000 normalmente bissexto.

A tendência ao vício pode combater os riscos do mal de Parkinson

Após ter-se verificado que a incidência do mal de Parkinson em fumantes e alcoólatras era menor do que nas outras pessoas, cientistas logo imaginaram que alguma substância contida nesses produtos inibia a doença. Porém, os pesquisadores têm uma nova tese, a de que o comportamento viciante, aguçado pela quantidade de dopamina no cérebro, é que reduz os casos de Parkinson. As pessoas que possuem uma quantidade menor de dopamina, e por isso não muita pré-disposição ao vício, apresentam maior chance de desenvolver a doença.

A forma do universo

O Universo é plano! Essa é a resposta encontrada pelos cientistas depois de estudos com um balãohigh-flying na região antártida, que suspendeu um telescópio na altura de 40 mil metros. O instrumento sobrevoou o continente gelado por dez dias. Para os astrônomos, a descoberta confirma que a luz, fora da ação da gravidade, viaja em linha reta, e não em curvas. A idéia de que o universo poderia ser curvo foi proposta por Albert Einstein.

Nicotina pode ser usada em terapias cerebrais

Cientistas estão estudando o uso terapêutico da nicotina. Muitos grupos de pesquisadores acreditam que ela pode tratar desde problemas de memória até o mal de Parkinson ou depressão. O uso da droga experimantal, a AR-R 17779, em ratos de laboratório, aumentou sua capacidade de aprendizado e memória, além de reverter a perda das mesmas capacidades em bichinhos com dano cerebral semelhante ao mal de Alzheimer.