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Pr. Marcelo Augusto de Carvalho

 

 

Curiosidades

04/27

 

 

 

Colocar apelidos em artistas é moda na década de 50

Até os anos 50 foi moda criar apelidos para artistas famosos. No Brasil, Carmem Miranda era a garota notável, Francisco Alves, o rei da voz, e Sílvio Caldas, o caboclinho querido, entre muitos outros. A mania existia também na música erudita. Haydn era chamado de "pai da sinfonia". O italiano Rossini, além de "senhor crescendo", pela predominância dos crescendos em algumas de suas obras, também ganhou o apelido de "Napoleão da música" porque suas composições haviam conquistado a Europa. Vivaldi, o compositor de "As quatro estações", era o "padre vermelho" porque era, sacerdote ordenado pela Igreja Católica Romana e tinha cabelos vermelhos.

Doações ultrapassam barreiras políticas

A solidariedade se sobrepõe à política dos homens. Em maio de 1998, o Hospital Beilinson de Tel Aviv, Israel, foi cenário de algo muito original. Enquanto o árabe Youssef Hamash doava um de seus rins para seu xará, o judeu Yosef Chillag, sua esposa Suham Hamash recebia um dos rins de Victoria Chillag, esposa do judeu Yosef. Os dois casais foram selecionados através de um programa de computador que compara fichas de doadores e receptores em um banco de dados e indica quem pode doar a quem. O programa foi desenvolvido para reduzir o tempo de espera na fila de transplantes, problema sério em todos os países do mundo

Sabores da bebida típica do Rio Grande do Sul

O mate ou chimarrão, bebida típica do gaúcho, é sempre feito e tomado em cuia proveniente do porongo. Porém, as mulheres utilizam também canecos de barro ou alouçados e cuias feitas de madeira para tomar mate doce. No Rio Grande do Sul só as mulheres que tomam mate com açúcar. Elas também apreciam o mate de leite. Em vez de água, a cuia com erva é enchida com leite quente, previamente preparado com açúcar, canela e erva-doce. O mate de leite é tornado de preferência à tarde, acompanhado de pão ou biscoitos, e oferecido a visitas íntimas - vizinhas e comadres.

Recordes da princesa Diana

A comoção provocada pela morte trágica da princesa Diana, em 31 de agosto de 1997, foi origem de vários recordes. O número de telespectadores que assistiu aos funerais em 6 de setembro, foi superior a 2 bilhões e 500 milhões, número jamais alcançado anteriormente por qualquer outra transmissão de tevê. Três anos depois, um vestido de veludo preto da princesa alcançou 200 mil dólares em um leilão beneficente em Boston, Estados Unidos. Em outubro, um catálogo da Cristhie's com os vestidos de Diana, foi leiloado por 83 mil dólares, tornando-se o mais caro livro impresso no século 20.

Consumo de cobras na China gera ameaça de extinção

As autoridades chinesas estão alarmadas com o perigo de extinção das cobras no país. Além de ser considerado excelente petisco, são tidas como um afrodisíaco muito poderoso. Isso faz com que cerca de mil toneladas de serpentes sejam consumidas anualmente.