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www.4tons.com Pr. Marcelo
Augusto de Carvalho |
Curiosidades 06/01 |
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Como surgem os buracos negros? Os buracos negros
surgem dos "restos mortais" das estrelas. Enquanto ativas, elas
mantêm-se vivas, pois o calor que emanam empurra sua
massa para o exterior enquanto que a gravidade as puxa para dentro, mantendo
assim um equilíbrio constante. Porém, assim que seu "combustível"
acaba e elas se apagam, apenas a gravidade resta, sugando sua superfície para
o centro e tornando-as extremamente densas. Quando a estrela é muito grande,
a gravidade gerada é tão forte que tudo que se aproximar é sugado para
dentro. Nem mesmo a luz, o elemento mais rápido do universo, consegue
escapar. Um corpo do tamanho de nosso Sol (1.394.000 km) precisa atingir
apenas 6 km de diâmetro para tal. O que é equivalente a transformar a maior
montanha da Terra em uma borboleta, mas mantendo o peso da montanha.
Apocalípticos de plantão, acalmem-se! Para a
formação de um buraco é necessário que a estrela seja muito maior que nosso
Sol (cerca de 3,2 massas solares), então mesmo que
ele apagasse, não seríamos sugados, apenas morreríamos de frio Os cangurus pulam porque não sabem
caminhar Há pelo menos 69 diferentes
espécies de cangurus. Os bichos, que se tornaram símbolo da Austrália, só
existem naturalmente lá e em Papua-Nova Guiné,
apesar de terem sido introduzidos na Nova Zelândia, Grã-Bretanha e Havaí.
Todas as espécies possuem uma coisa em comum, poderosas patas traseiras, as
quais são usadas para darem seus pulinhos, marca típica do simpático
saltador, que só é imitado por uma espécie de roedor. Essa forma de locomoção
despende menos energia do que o tradicional andar em quatro patas dos
mamíferos, mas também desenvolve menor velocidade. Esses marsupiais não
conseguem caminhar movendo as pernas independentemente -razão pela qual
saltam- apenas o fazem quando nadam. Por isso, quando querem andar devagar,
se apóiam nas patas dianteiras balançando-as juntamente com a cauda para os
lados, como um pêndulo, enquanto empurram-se para frente com as patas
traseiras. A camuflagem das borboletas As borboletas fazem parte de um
imenso grupo de insetos chamado Lepidópteros que possui mais de 250.000
espécies diferentes. Dentre eles, cerca de 18.000 são borboletas. Elas
apresentam-se em uma grande diversidade de cores, tamanhos e formato. São
ativas durante o dia e existem em praticamente todo o mundo, desde lugares
compostos pela gélida vegetação tundra até as florestas tropicais. Para
protegerem-se, os frágeis insetos desenvolveram técnicas distintas. Algumas
apresentam cores semelhantes ao ambiente em que vivem e confundem-se com ele.
Outras, de espécie venenosa, desenvolveram coloração gritante para que os
predadores, depois de saborear uma, lembrem-se da amarga experiência e não o
façam novamente. Há ainda um terceiro grupo que não apresenta veneno, mas se
"veste" como uma delas. Assim, faz com que os inimigos a temam, sem
desconfiar do banquete que estão perdendo. Os urubus, aves com estômago de aço Urubus (ou abutres) comem quase
qualquer tipo de carniça, de fresca a pútrida, porém, ao contrário do que
logo pensamos, preferem fresca. Essas aves são tão
mórbidas que possuem um incomum sistema de defesa contra os efeitos da carne
estragada, podendo comer os restos dos outros sem se preocupar com qualidade.
Eles são imunes ao botulismo, cólera e ao antraz
(doença que ataca gado bovino e ovelhas). Os bichos já foram acusados de
serem retransmissores de doenças, causando a morte de rebanhos inteiros,
porém aparentemente os organismos que causam esses males
não sobrevivem ao trato digestivo das aves fúnebres. Dentre todos os
comedores de carniça (hienas, chacais, coiotes e águias), os urubus foram os
únicos que desenvolveram essa habilidade. O dinossauro que tinha penas O deserto de Gobi,
na Mongólia, é um dos pontos preferidos pelos paleontólogos para buscar
fósseis dos dinos. Além de encontrá-los em quantidade,
os restos estão normalmente em bom estado. Cerca de 30 dos mais bem
preservados fósseis já encontrados vêm de lá. Foi
por um desses ossos mongóis que os pesquisadores chegaram a novas conclusões
sobre os velociraptores, os dinos
que perseguiam as crianças em Parque dos Dinossauros. A queratina, substância presente nas penas das
aves, foi encontrada na ossada de um deles, o que leva a crer que ele tinha penas e reafirma a teoria de que os pássaros descendem dos
répteis gigantes. |