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Pr. Marcelo Augusto de Carvalho

 

 

Curiosidades

06/14

 

 

 

O chá anti-cáries

Os orientais tem um bom motivo para sorrir, a ciência comprovou que o ban chá, conhecido como chá verde e costumeiramente bebido após a ingestão de doces no outro lado do mundo, é um grande auxiliar na luta contra as cáries. A receita é antiga e o conselho de sua ingestão como auxiliar na higiene bucal mistura-se ao folclore do extremo Oriente. A mistura dos óleos, essências florais e compostos da bebida produzem substâncias anticáries, como o indol e o cariofileno, que juntos podem neutralizar a produção de glicose de uma das bactérias mais prejudiciais aos dentes, podendo ainda matá-la. Na lista de inimigos mortais do chá, estão bactérias responsáveis pela acne e problemas gastrointestinais.

Os ventiladores esquentam o ambiente

Apesar de você ligar o ventilador quando quer diminuir a temperatura, a eletricidade que movimenta a hélice do aparelho tranforma-se em calor, esquentando o ambiente. O motivo pelo qual sente-se maior frescor é que o ventilador faz o suor do corpo evaporar mais rápido, eliminando o calor da pele. Além disso, produzimos calor o tempo todo, mantendo o ar próximo ao corpo mais aquecido, quando há vento o ar quente dissipa-se mais rápido no ambiente, esfriando-o a nossa volta.

O salário gastronômico do Egito Antigo

O pão, um dos alimentos mais consumidos pela humanidade e também um dos mais antigos (sua história remete à Pré-História), não foi usado apenas como comida na Antiguidade. No Egito, o pão também servia para pagar salários. Um dia de trabalho valia três pães e dois cântaros de cerveja.

A história dos transplantes capilares

Os transplantes capilares datam do início do século 19. Nos livros médicos sobre o tema há relatos de experiências com transplantes de pêlos de animais já em 1804, feitos por um médico europeu chamado Baromio. Em 1822, dr. Diffenbach se especializaria em transplantes de cabelos e pele. Paralelamente, os japoneses realizaram várias experiências, talvez porque as gueixas e prostitutas tinham os pêlos pubianos arrancados e, quando "mudavam de vida", recorriam aos médicos para um transplante; ou talvez pelos vários acidentados em terremotos.