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www.4tons.com Pr. Marcelo
Augusto de Carvalho |
Curiosidades 08/08 |
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BIOGRAFIA ROBERTO CARLOS
Nasce um Rei Roberto Carlos Braga nasceu
no dia 19 de abril de 1941, às 5 horas da manhã, pesando 2,250
Kg, medindo 42 cm, em sua casa, à Praça Dr. Luiz Tinoco nº. 33, em Cachoeiro de Itapemirim, Estado do Espirito
Santo. Foi o quarto filho (o caçula) de Robertino
Braga, relojoeiro e Laura Moreira Braga, costureira. Seus irmãos são Lauro
Roberto Braga, Norma Braga e Carlos Alberto Braga.No
bairro em que residiam, o apelido do Rei na infância era "Zunguinha".
Era o "pão" das garotinhas. Seu pai desejava que Roberto
fosse médico o que era compartilhado por D. Laura,
sua mãe. CACHOEIRO DO ITAPEMIRIM Situada no Espírito Santo,
estado no sudeste do Brasil, a cidade recebeu este nome por causa do rio que
corta a cidade. Além de ser o local de origem do Rei, é uma linda cidade, com
lindas paisagens, Cachoeiro de Itapemirim, é um
convite para quem curte a natureza. Roberto Carlos aprendeu a
ler e a escrever no Grupo
Escolar Graça Guárdi, indo depois para oColégio Cristo Rei,
onde já demonstrava sua religiosidade sendo um freqüentador assíduo da capela
do colégio, além de todos os domingos ir à Igreja de São Pedro. BOM ALUNO Na Escola Muniz Freire, o forte
de Roberto era o Português (uma virtude natural de todo poeta). Mas quando o
assunto era Matemática, não fazia muito o seu gênero. Mas mesmo assim, passou
no 3º ano como 2º lugar da classe e no 4º ano em 1º lugar. AS BRINCADEIRAS Um de seus amigos de infância chamava-se Edson José Ribeiro, o Edinho,
com quem partilhava as brincadeiras de barquinho (Segundo Edinho, Roberto fazia os
barquinhos de madeira como ninguém), de rolar pneu e de pegar garupa na
carroceria de caminhão. Seus colegas de infância, afirmam
que, desde menino, Roberto Carlos já demonstrava toda sua liderança entre os
colegas. Outra característica vinda desde a infância, era
sua paixão por automóveis. Roberto e Edinho passavam horas e horas brincando
de motorista nos restos de um trator que ficava numa oficina do bairro. TALENTO PRECOCE Lá mesmo em Cachoeiro, cidade que o venera de maneira
extraordinária, Roberto Carlos começou a mostrar seus pendores artísticos.
Ainda de calças curtas, começou a participar de programas de auditório na Rádio Cachoeiro
(ZYL-9), onde conheceu o Sr.
José Nogueira, que integrava o regional (a
orquestra de acompanhamento dos calouros). Roberto chamou a atenção de
José Nogueira por ter ganho o concurso de calouros 3
vezes consecutivas e assim iniciou com ele uma amizade que rendeu a Roberto
Carlos os conhecimentos básicos de violão. Naquela época, Roberto era muito
aplaudido cantando tangos argentinos, como "Mano
a Mano", canções mexicanas e
até mesmo célebres canções italianas, como "Strada del
Bosco". Parecia até que seria uma premonição de sua notável vitória
no Festival de San Remo, na Itália, muitos anos depois.Foi lá em Cachoeiro,
ainda adolescente, que Roberto aprendeu com "Seu" Zé Nogueira os
primeiros acordes com o violão. SONHO DE SER ARTISTA Ainda quando a Radio
Nacional era a mais popular emissora do pais, o Programa Cézar
de Alencartinha
um enorme prestígio entre os ouvintes. Os maiores nomes do mundo artístico se
apresentavam no programa semanalmente. Cantar neste programa era o sonho
dourado de todos os cantores. E Roberto também sonhava com isto. Em casa, com
os amigos e com os irmãos, não falava em outra coisa. Tanto que fez, que
finalmente conseguiu que seu pai Robertino
conseguisse a sua participação no programa da Rádio Nacional. Acontece,
porém que Roberto estava na idade de mudar a voz e por isto, cantou e não fez
o sucesso desejado. Ninguém reparou no garoto sonhador, a não ser a sua
querida cidade de Cachoeiro. PERSEVERANÇA DE REI Roberto Carlos mostrou-se
conformado e voltou para sua cidade sem perder as esperanças de algum dia ser
alguém na Música Popular Brasileira. Continuou a participar com constância de
alguns programas na ZYL-9 (A
primeira rádio que se apresentou na vida, cantando um bolero de Gregório
Barrios, Amor i mas amor), até que, em 1955, já então com 14 anos,
sua família se mudou para o bairro do Fonseca em Niterói, no Rio de Janeiro e
depois para o bairro do Lins de Vasconcelos, na Guanabara (Hoje Rio de
Janeiro). Roberto
aos 14 anos" No Rio de Janeiro, Roberto
conheceu, Arlênio, Tim
Maia e Wellington e a medida que a amizade entre
eles cresceu, o assunto passou a ser um só: "Música".
Tanto falaram que acabaram formando um conjunto, o que naquela época não era
tão fácil quanto hoje e, certamente influenciados pelos noticiários dos vôos
orbitais, batizaram o conjunto de The Sputniks, afinal de contas, um conjunto moderno tinha que
ter um nome de acordo com a época e nada melhor do que o nome de um satélite
espacial. CANTANDO SEUS ÍDOLOS Mas um gênio da música só
precisava de um violão e um microfone para colocar sua inspiração para fora
e, de ouvido mesmo, sem nunca ter aprendido teorias, Roberto já ia cantando o
repertório de seus ídolos na época, que eram os românticos
Bob Nelson, Nelson Gonçalves e Orlando Silva. ERASMO ENTRA EM CENA Em 1958, com 17 anos
conheceu seu grande e eterno amigo Erasmo Carlos. Como Roberto, Erasmo era um
menino pobre. Sua mãe era inspetora escolar e ambos tinham a música como
sonho. Antes de conhecer
Roberto, Erasmo já havia trabalhado como office-boy, vendedor de peças de
lingerie, recepcionista, auxiliar de escritório e porteiro. Meio turrão,
Erasmo quase não parava em emprego nenhum, sempre brigava com o chefe. O
primeiro encontro dos dois deu-se porque Roberto precisava da letra de um
grande sucesso de Elvis Presley (Tutty Frutty) e foi informado que Erasmo Carlos era um grande
colecionador dos discos de Elvis, quando então o procurou. Deu-se início a
maior amizade entre duas pessoas que já se ouviu falar até hoje. A amizade dos dois
estendia-se aos encontros com a turma no Divino
Bar, no Estácio. Neste bar, na rua Haddock Lobo, entre a Rua do Matoso e Rua Barão de Ubá,
ponto de encontro da turma, se reuniam para falar de música, futebol e de
mulher, Roberto, Erasmo, Tim Maia, Jorge Ben Jor e Dedé, baterista do Rei e seu amigo até hoje. Nesta época, Dedé era
secretário do Rei e encarregado de conduzir a guitarra e o amplificador de 8 Watts (Que potência, Bicho!). A revista Sétimo Céu apresenta uma fotonovela com o
título "Assim
quis o destino" trazendo um personagem desconhecido
do público: Roberto Carlos. Era o ingresso do Rei no mundo artístico,
tornando-o uma pessoa conhecida do público. Esta revista hoje é peça rara na
mão dos colecionadores do acervo do Rei. Roberto
Integrando o conjunto Os Ter" Roberto seguia sua vida
trabalhando como datilógrafo no Ministério da Fazenda e fazendo pequenos
shows em festinhas, batizados e aniversários com o conjunto The
Sputniks. Os ensaios do conjunto eram feitos,
ora na casa de um, ora na casa de outro. Surgiram então na televisão, alguns
programas de música quente, pois na época o ritmo chamado iê-iê-iê começava a
chegar ao Brasil e tomava conta da juventude. Roberto e seus amigos
sentiram-se atraídos pela TV e tanto fizeram, que
acabaram conseguindo a chance de participar de um programa no Canal 13. CARLOS IMPERIAL Na mesma época, Carlos Imperial, também
natural de Cachoeiro do Itapemirim, apresentava um
programa de música jovem, no horário vespertino, na TV Tupi. O fato de
Roberto ser seu conterrâneo, fez com que houvesse uma aproximação cordial
entre os dois. Assim Imperial deu ordem à seu
secretário Wilson Simonal, que programasse os garotos do The
Sputniks de vez em quando. Isto para os estudantes
foi motivo para muitas comemorações. O FIM DOS SPUTNIKS A coisa caminhava da melhor
maneira e The Sputniks
passava a ser um conjunto badalado quando, Tim
Maia, meio sem jeito, avisou a Roberto que iria sair do grupo. Resolvera
tentar a sorte nos Estados Unidos e teria que aproveitar a chance. No
primeiro instante, após a dissolução do conjunto, Roberto chegou a pensar que
seria o fim de tudo, entretando, incentivado pela
família e por alguns amigos mais chegados, não desanimou. Continuou
freqüentando o meio artístico e resolveu tentar a sorte
sozinho. O PRIMEIRO DISCO E aí veio o primeiro disco.
Era agosto de 1959. Roberto continuou mantendo contato com Imperial e por interferência
deste, foi levado e apresentado ao veterano Joel de Almeida, diretor
artístico da Polydor, que mantinha uma certa rivalidade com Aloysio de Oliveira, lançador de
João Gilberto, grande sucesso da bossa nova na época. Joel viu em Roberto,
pelo seu jeito semelhante de cantar, a possibilidade de fazer igual sucesso.
Roberto então gravou um compacto de 78 RPM que tinha de um lado "João e Maria" e do outro "Fora do Tom", ambas canções compostas por Carlos Imperial. Apesar de
todos os esforços de Roberto Carlos, percorrendo todos os programas de
auditório para divulgar seu trabalho (a
primeira cópia deste disco, como não poderia deixar de ser, foi dada de
presente para sua mãe), o disco não obteve sucesso e Joel de Almeida
desistiu de fazer novas gravações com o rapaz. SURGE O THE SNAKES Aconteceu então a vinda de Bill Halley and
The Cometas ao
Rio. Roberto foi convidado a participar da primeira parte do show do "Papa
do Rock". Curioso é que cantou "Round
Dog" cuja letra foi aprendida rapidamente
com Erasmo Carlos. Os dois conversaram muito depois do show e decidiram
formar um novo conjunto: The Snakes
com Arlênio e Edson Trindade. O PRIMEIRO EMPREGO Sempre batalhando um lugar
ao sol, percorrendo rádio por rádio, Roberto conseguiu através de um primo
seu que era gerente do Hotel
Plaza, se empregar como crooner da Boate Plaza. Esta foi a sua
estréia como cantor num palco e sua primeira remuneração fixa como artista. JAIR DE TRAUMATURGO Nesta época, Roberto
conheceu Jair de Traumaturgo da Rádio Nacional que se tornou
seu grande incentivador, ajudando-o inclusive em ensaios ao microfone. Jair
também ensinou a Roberto o lado técnico das gravações, orientando inclusive
sua postura no palco. É de Jair a criação do peculiar gesto do Rei usado até
hoje de apontar o indicador com o corpo curvado e a cabeça abaixada ao
anunciar a entrada de outro artista. AINDA UM DESCONHECIDO Numa foto da Revista do Rock, Cleyde Alves e George Freedman eram
citados nos créditos da foto acompanhados de um "amigo".
Este amigo não teve o nome citado. Era o Rei. O Segundo Disco Roberto insiste no gênero
"Bossa-nova",
incentivado pelo amigo e conterrâneo Carlos Imperial, imitando o estilo de
João Gilberto, o que não era bem aceito pelas gravadoras. Neste ano, a
Columbia (que se transformaria em CBS e depois em Sony) produz seu segundo
disco: Outro 78 rotações com duas canções: "Canção
de Amor Nenhum" e "Brotinho sem Juízo". Estas duas canções não foram
incluídas em albuns anuais e são consideradas como canções raras. O PRIMEIRO VIOLÃO Roberto e Carlos Imperial
começam mais uma peregrinação pelas gravadoras. A RCA Victor lhes negam
acolhida. É neste ano que Robertino, pai de
Roberto, vai até o Largo da Carioca e lhe compra seu primeiro violão. Roberto
fez questão de escolher o violão minuciosamente. Era a primeira prova de um
ouvido aguçado para música. O Primeiro LP 500 cópias do LP Louco por Você, o primeiro de
Roberto Carlos é lançado pela Columbia. Uma mistura de rock, samba, bolero e
até fox. Logo em seguida,
a Colúmbia lança um 78 RPM com as canções Louco
por você e Não é por mim (integrantes do LP). 440 cópias
foram vendidas, hoje se tornaram peças raras nas mãos dos colecionadores. O
primeiro exemplar, Roberto presenteou sua mãe, Dona Laura. Depois de muito tentar,
Roberto conseguiu ser apresentado à Abelardo
Chacrinha Barbosa e, com aquela peculiar capacidade do Velho Guerreiro em farejar talentos, Chacrinha
programou apresentações de Roberto Carlos sempre que fosse possível na sua
Discoteca. Chacrinha, inclusive, chegou a inserir Roberto Carlos no quadro "O Cantor Mascarado".
Este fato começou a funcionar como uma alavanca na carreira do Rei,
tornando-o mais conhecido no meio artístico. INÍCIO DO SUCESSO O começo da decolagem Num ano onde Demétrius era
aclamado como o "Rei
da Juventude", Renato e seus Blue Caps estouram nas festas, George Freedman
provoca frison, Wanderley Cardoso estréia no
programa "Alô Brotos", Roberto conhece Wanderléa nos bastidores da
Rádio Nacional. Mais um 78 RPM Em abril, a Columbia lança
mais um compacto de 78 rotações de Roberto, trazendo as canções "Fim de Amor"
e "Malena" . A canção Malena toca
bastante nas rádios, deixando Roberto bastante eufórico. O INÍCIO DA PARCERIA Roberto faz a melodia de Suzie e
Erasmo, de brincadeira, coloca uma letra. Roberto gosta e pensa em gravar a
canção. Era o começo da maior parceria de todos os tempos. OS FÃS FAZENDO SUA PARTE Os fãs de Roberto Carlos ampliam os telefonemas para as rádios Globo,
Guanabara e Tupi. Com isso, a canção Malena
está em todas as paradas. Roberto, com sua humildade e simpatia cativa mais e
mais os fãs. Dá beijinhos e sempre está sorrindo, uma postura bem diferente
da de outros cantores já famosos que logo após os programas
vão embora. Ele fica na rádio, conversa, muitas vezes almoça com o
pessoal, cativando à todos. OS FRUTOS Com o sucesso de vendas de Malena,
Roberto aluga um apartamento na Rua Gomes Freire no Rio, para onde se muda
com a família, saindo em definitivo do Lins. ATIVIDADES SE
INTENSIFICANDO Viajando muito para shows, atua em um filme "Este Rio que eu amo"
onde cantou a melodia "Maria
dos Cais". Seu sonho é um carrão. MUDANDO COM A FAMÍLIA No bairro de Santo Cristo no Rio, é criado seu primeiro
Fã-Clube, com a visita de Roberto levando seu violão. Este fã-clube começa a
levar faixas e cartazes para os programas de auditório com os dizeres "Nosso Rei"
e "O Rei da
Juventude". Começava ali o apelido de Rei. INVESTINDO NA CARREIRA Roberto muitas vezes se apresenta gratuitamente a pedido de DJ
famosos ou amigos. Esta atitudes lhe rende ótimos
frutos no meio artístico. O PRIMEIRO 33 ½ Ainda em fase de testes no Brasil, Roberto grava seu primeiro
compacto de 33 rotações. Susie eTriste e Abandonado são incluídas neste compacto (3239),
também acervo raro na mão de colecionadores hoje em dia. O PRIMEIRO PRÊMIO No programa Monstros Sagrados de José Messias, Roberto
Carlos é eleito "O
mais novo e mais votado ídolo da juventude de 1962". Era
o aquecimento dos motores para a decolagem. MUDANÇA DE ESTILO: Roberto resolve abandonar o
estilo bossa nova e começa a compor músicas para os Jovens. SHOWS EM CIRCO: Roberto intensifica seus
shows em circo e como já é tratado pelo público como um "pequeno
ídolo", chega a negociar 50% da bilheteria. O PRIMEIRO SUCESSO Erasmo Carlos faz uma
versão da canção Splish Splash e Roberto lança em março compacto
pela CBS (3274), trazendo do outro lado Baby, meu bem. A
canção explode no Rio de Janeiro em todas as paradas e Roberto se torna um
ídolo. Roberto já é o sétimo cantor mais famoso do Brasil, segundo a Revista
do Rádio. NA TV Roberto intensifica suas
aparições na TV, aumentando sua agenda de shows, chegando a fazer três shows
num mesmo dia em cidades diferentes. MINAS
DESCOBRE O REI O disco de 78 RPM "Triste e Abandonado", explode em Minas Gerais e Roberto começa a receber
opiniões da crítica musical, com adjetivos do tipo exímio pianista e
compositor de mérito. A canção Splish Splash começa a tocar bastante também em São Paulo. O LP TÃO ESPERADO Em setembro, sob o número
37.304, a CBS lança o álbum anual do Rei com o título SPLISH SPLASH.
Era o primeiro LP do Rei trazendo-o na capa (O primeiro trazia um casal
estilizado). MELHOR CANTOR Roberto é eleito o melhor
do cantor do ano pela Revista do Rádio. O PRIMEIRO CARRO Começando a ver o fruto de
seu trabalho, Roberto compra seu primeiro carro: Um Chevrolet 55 branco,
conversível, hidramático, com vidros rayban. CONQUISTANDO SP, MINAS E
BAHIA Parei na contra-mão
é sucesso absoluto em São Paulo, Minas e Bahia. A imprensa já se refere à Roberto como "Ídolo Nacional". ESTOURO NA TV Roberto se apresenta em
maio no programa de Jair de Taumaturgo cantando "Parei na Contra-mão" e faz um tremendo sucesso. Se apresenta então no programa "Astros do Disco"
e percebe que São Paulo é a cidade ideal para morar se ele quiser "estourar"
em todo o Brasil. Erasmo dá a maior força para o amigo. OS CABELUDOS Inspirado pelos Beatles,
Roberto adere ao "Cabelo comprido" e já começa a ser comentado nas
revistas por isto. A DUPLA SE FIRMANDO Roberto e Erasmo começam a
compor para outros intérpretes. Surpresas de Domingo e Mamãe acha que é normal
são duas canções gravadas por Celia Vilela da
dupla. ACIDENTE DE AUTOMÓVEL Roberto sofre um grave
acidente de julho com seu Bel-air conversível na
estrada Três Rios-Paraíba do Sul, capotando e sendo
jogado a dez metros de distância. O acidente foi causado por uma vaca. NOVO DISCO Em julho, a CBS lança o
novo LP do Rei: É PROIBIDO FUMAR. A canção O
Calhambeque se torna verdadeiro sucesso de
execução em todas as paradas de sucesso. ESTRÉIA EM ESPANHOL Visando atingir o mercado
latino, a CBS lança o LP RC canta a la
juventud, cópia do LP É PROIBIDO FUMAR, com as
canções cantadas por Roberto em espanhol. O governo, mais tarde, determinou a
retirada do disco da praça pelo simples fato de não ver com bons olhos cançòes sendo executadas no Brasil na língua hispânica. TROFÉU ROQUETE PINTO No final do ano, Roberto
ganha o troféu Roquete
Pinto na
qualidade de "Revelação do Ano". ELe já não pode andar na rua sem ser reconhecido e
provocar um frison nas meninas. Em Curitiba, foi
obrigado a se esconder em uma loja de discos, mesmo assim, "os
brotos" conseguiram "tirar sua casquinha". O CALHAMBEQUE BEE BEE A canção O Calhambeque é verdadeiro sucesso de execução
nas principais capitais do país. As pessoas andam pelas ruas assobiando o
refrão da canção. Roberto já é o artista mais requisitado para shows. A
produção da CBS prepara uma estratégia para Roberto se mudar para São Paulo. |