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Pr. Marcelo Augusto de Carvalho

 

 

Curiosidades

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DROGAS

Essa página foi construída por Fernando Magliano e Sérgio Keller. Primeiro queríamos dizer que não fazemos apologias nem contra, nem à favor do uso de drogas, somos indiferentes ao seu consumo, acreditamos que cada pessoa é livre pra fazer suas próprias escolhas. Então a finalidade única e exclusiva desta página é informar as pessoas sobre as drogas e seus malefícios, para que as pessoas saibam o risco que correm ao usarem tais substâncias. Não nos mande e-mails perguntando onde encontrar drogas, por essa homepage não é um site de referencia para usuários de narcóticos, em outros casos, estaremos felizes de responder seus dúvidas, na medida do possível.

Drogas

Nome genérico de substâncias químicas, naturais ou sintéticas que provocam alterações psíquicas e podem causar danos físicos e psicológicos a seu consumidor. O uso constante pode provocar mudanças de comportamento e causar dependência. Na dependência psíquica, há um desejo compulsivo de usar a droga regularmente, por seus efeitos psicotrópicos. Na física, o usuário apresenta problemas orgânicos decorrentes da falta da substância. O consumo excessivo de algumas drogas – a overdose – pode levar à morte.

As drogas

DROGA: Toda substância que introduzida em um organismo vivo modifica uma ou mais de suas funções (OMS 1981)

Drogas Psicotrópicas (Psicoativas)

"PSICO" vem de PSIQUE = MENTE "TRÓPICO" vem de TROPISMO = AÇÃO DE APROXIMAR Atuam/agem no S.N.C. (Sistema Nervoso Central)

Classificação das Drogas:

Estimulantes: nicotina, cafeína, cocaína, anfetamina

Pertubadoras: maconha, LSD-25, daime, cogumelo, cacto, anticolinérgicos

Depressoras: álcool, inalantes, solventes, ansiolíticos, barbitúricos, ópio, morfina, codeína, heroína

O SNC - SISTEMA NERVOSO CENTRAL - é a parte que fica dentro da caixa craniana, sendo o cérebro o principal órgão deste sistema.

Assim, os ESTIMULANTES DA ATIVIDADE DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL referem-se ao grupo de substâncias que AUMENTAM a atividade do cérebro. Ou seja, ESTIMULAM o seu funcionamento, fazendo com que a pessoa fique mais "ligada", "elétrica", sem sono. Este grupo de substâncias é também chamado de PSICOANALÉPTICOS, NOANALÉPTICOS, TIMOLÉPTICOS.

Os PERTURBADORES DA ATIVIDADE DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL referem-se ao grupo de substâncias que MODIFICAM QUALITATIVAMENTE a atividade do cérebro, ou seja, PERTURBAM, DISTORCEM o seu funcionamento, fazendo com que a pessoa passe a perceber as coisas deformadas, parecidas com as imagens dos sonhos. Este grupo de substâncias é também chamado de PSICODISLÉPTICOS, PSICODÉLICOS, ALUCINÓGENOS, PSICOTOMIMÉTICOS, PSICOMETAMÓRFICOS, ALUCINANTES.

Os DEPRESSORES DA ATIVIDADE DO SISTEMA NERVOSO CENTRAL referem-se ao grupo de substâncias que DIMINUEM a atividade do cérebro, ou seja, DEPRIMEM o seu funcionamento, fazendo com que a pessoa fique "desligada", "devagar", desinteressada pelas coisas. Este grupo de substâncias é também chamado de PSICOLÉPTICOS.

A palavra álcool origina-se do árabe al-kuhul: líquido. As bebidas alcóolicas representam as drogas mais antigas das quais se tem conhecimento, por seu simples processo de produção. Obtidas pela fermentação de diversos vegetais, segundo procedimento no início primitivo e depois cada vez mais sofisticado, elas já estavam presentes nas grandes culturas do Oriente Médio e são utilizadas em quase todos os grupos culturais estando, em geral, relacionadas a momentos festivos.

Os mais antigos documentos da civilização egípcia descrevem o uso do vinho e da cerveja. A medicina egípcia, respeitada em toda a região mediterrânea, usava essências alcóolicas para uma série de moléstias, enquanto meio embriagador contra dores e como abortivo. O vinho entre os egípcios era bebido em honra à deusa Isis.

O consumo de cerveja pelos jovens era comum: muitos contos, lendas e canções de amor relatam os seus poderes afrodisíacos. O seu uso social e festivo era bem tolerado, embora, já no Egito, moralistas populares se levantassem contra o seu abuso "por desviar os jovens dos estudos".

A embriaguez, no entanto, era tolerada apenas quando decorrente de celebrações religiosas, onde era considerada normal ou mesmo estimulada.

Na Babilônia 500 a.C., a cerveja era oferta aos deuses. Nas culturas da Mesopotâmia, as bebidas alcóolicas existiram, com certeza, no final do segundo milênio a.C.; aos poucos, a cerveja à base de cereais foi substituída por fermentados à base de tâmaras. A fermentação da uva também é regularmente mencionada. O uso medicinal de produtos alcoólicos é comum.

O consumo de álcool, nas civilizações gregas e romanas, é bem conhecido. Ele era utilizado tanto pelo seu valor alimentício, quanto para festividades sociais. Ressaltamos apenas a associação entre o uso do vinho e certas práticas e concepções religiosas representadas pela popular figura do Bacchus. Durante longos períodos, o consumo de vinho era proibido para as mulheres, interdito do qual testemunham também os relatos bíblicos. Lembramos ainda que o vinho é parte integrante de cerimônias católicas e protestantes, bem como no judaísmo, no candomblé e em outras práticas espíritas.

O consumo de bebidas alcóolicas é amplamente difundido no Brasil, onde se consome mais álcool per capita do que leite. Nos anos 20, nos Estados Unidos, houve uma proposta de coibição legal do uso de bebidas alcóolicas chamada de Lei Seca, porém durou pouquíssimo tempo; o seu fracasso deu-se devido a pressões econômicas que fácil e vitoriosamente se interpuseram, além de que o próprio consumidor encontrou uma forma sutil e prática para alimentar suas necessidades.

O principal agente do álcool é o ETANOL (álcool etílico). As bebidas alcoólicas são elaboradas a partir da fermentação de produtos naturais:
* Vinho: fermentação da uva.

* Cerveja: fermentação de grãos de cereais.

* Outros: fermentação do mel, cana-de-açúcar, beterraba, mandioca, milho, pimenta, arroz etc.

Bebidas alcoólicas destiladas - como cachaça, rum, uísque ou gim - são obtidas através da destilação de bebidas fermentadas.

O Processo. O álcool após ingerido é metabolizado pelo fígado, desdobrado em outros elementos e por fim eliminado pela urina e suor. Esse processo leva em média uma hora para cada unidade de álcool ingerida (01 unidade = 8 gramas), sendo cumulativo: duas unidades levariam duas horas, e assim segue... Os efeitos da bebida dependem do nível de álcool no organismo. Quando a dose é tomada muito depressa, o nível sobe mais rapidamente porque o nosso corpo tem menos tempo para distribuir o álcool para os diferentes tecidos, onde se iniciaria a metabolização.

A Doença (explicar os dois tipos de alcoolismo). Há não só o alcoolismo que a pessoa adquire, mas também a predisposição genética para isso. O alcoolismo é reconhecido pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como Doença, portanto considerar quem bebe como sem-vergonha além de discriminação é também burrice.

Cada bebida alcoólica contém teor de etanol. É comum encontrarmos no rótulo a graduação alcoólica expressão em Graus GL, que se lê "graus Gay-Lussac". Essa escala diz qual é a porcentagem (em volume) de etal na bebida.

EFEITOS FÍSICOS E PSÍQUICOS

Provoca um efeito desinibidor.

Em caso de uso mais intenso, pode favorecer atitudes impulsivas e, no extremo, levar à perda da consciência chegando-se ao coma alcóolico*.

Com o aumento do seu uso, diminui a potência sexual.

O uso crônico de doses elevadas leva ao desenvolvimento de dependência física e tolerância.

Em caso de suspensão bruta do consumo, pode-se desencadear a síndrome de abstinência* (confusão mental, com visões assustadoras, ansiedade, tremores, desregulação da temperatura corporal e convulsões). Dependendo da gravidade dos sintomas, pode levar à morte.

"Delirium tremens": quadro de abstinência completamente instalado (estado de consciência turvo e vivência de alucinações, principalmente táteis).

Coma alcóolico: perda temporária das atividades cerebrais superiores devido ao excesso de álcool.

Síndrome de abstinência: série de reações decorrentes da interrupção do uso de determinado produto ou substância.

NOMES COMERCIAIS: 

Todas as marcas de bebidas alcoólicas.

NOMES POPULARES:

Birita, mel, , pinga, goró, cana, loirinha etc.