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www.4tons.com Pr. Marcelo
Augusto de Carvalho |
Curiosidades 10/20 |
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ANTIEPILEPTICOS: Utilizado desde remotos
tempos na América Central, em rituais religiosos indígenas, sendo originário
desta mesma região. Este cacto mexicano (Lopophora Williansi), que não existe no Brasil, produz a substância
alucinógena "MESCALINA". PEYOTE é seu nome popular, de origem asteca,
que significa "planta divina". Carlos Castanheda, em seu livro "A Erva do Diabo",
fala de uma experiência com o mescalito:
"Abriu a tampa e entregou-me o vidro: dentro havia sete artigos de
aparência estranha. Eram de tamanhos e consistência variados. Ao tato, pareciam a polpa de nozes ou superfície de cortiça. Sua
cor acastanhada os fazia parecer cascas de nozes duras e secas." Era - e ainda é -
empregado e venerado como amuleto, panaceia
(remédio para todos os males) ou alucinógeno, nas regiões montanhosas do
México, bem antes da chegada dos conquistadores espanhóis. Por certos índios,
era utilizado como remédio ou para visões que permitissem profecias. Ingerido
em grupo pode servir como indutor de estados de transe durante certas
atividades rituais. Os astecas o mascavam durante festividades
comunitário - religiosas. Dilatação das
pupilas, suor excessivo, taquicardia*, náuseas e vômitos. Síndrome de
abstinência: série de reações decorrentes da interupção
do uso de determinado produto ou substância. NOMES POPULARES: Peyote, peyotl, peiote, mescal, mescalito. USO TERAPÊUTICO: Não reconhecido. |