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www.4tons.com Pr. Marcelo
Augusto de Carvalho |
Curiosidades 12/01 |
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Mudanças das Moedas no Brasil – NÃO
ADIANTA AMAR O DINHEIRO, SER AVARENTO, OU CONFIAR A VIDA À
ELE. ELE PASSA, PERDE SEU VALOR. No começo, o comércio era feito à base
de trocas de mercadorias. O açúcar, o fumo e o algodão eram os produtos que
serviam como moeda. No reinado de d. Pedro II, apareceram as moedas de
verdade. Eram de ouro (dobrão), prata (pacatas) e bronze (vintém). Até 1942, o Brasil
utilizou o mesmo sistema monetário de Portugal - o real. Um milhão de réis
era chamado de 1 conto de réis. Até 1942: Real Foi a moeda que ficou mias tempo em circulação. 1942: Cruzeiro
Em 5 de outubro, Getúlio Vargas fez o primeiro corte
de zeros e criou o cruzeiro. Cada cruzeiro eqüivalia
a mil réis. 1970: Cruzeiro
A moeda voltou a se chamar cruzeiro em 15 de maio, mas não houve cortes de
zeros. 1976: Cruzeiro
novo Durante o regime militar, o cruzeiro perdeu 3
zeros e virou cruzeiro novo. A substituição aconteceu no dia 13 de fevereiro.
1986: Cruzado
Novamente cortaram 3 zeros e surgiu o cruzado do
governo de José Sarney. A mudança ocorreu em 28 de fevereiro. 1989: Cruzado
novo As mudanças se tornam mais freqüentes. A moeda perdeu mais 3 zeros e foi novamente batizada de cruzado novo no dia 16
de janeiro. 1990: Cruzeiro
O cruzeiro voltou em 16 de março, no governo Collor. O nome foi dado à moeda
corrente, para diferenciá-la do dinheiro bloqueado, mas não houve cortes de
zeros. 1993: Cruzeiro
real Em 1º de agosto, o presidente Itamar Franco cortou 3
zeros para criar a nova moeda. 1994: Real Foi a maior substituição de dinheiro já realizada no mundo. No
dia 1º de julho, 2.750 cruzeiros reais passaram a valer 1
real. O Banco Central recolheu e incinerou 3,4 bilhões de cédulas de cruzeiro
real. Encomendou 1,5 bilhão de cédulas de ral, que valiam 27 bilhões de dólares (90% fabricadas na
Casa da Moeda, do Rio de Janeiro, e 10% impressas em 4 países). Também foram
distribuídos 900 milhões de moedas, que pesavam 2
mil toneladas. A mudança custou aos cofres do governo 10 milhões de dólares. Anos
– ANIVERSÁRIO – SEJA GRATO A DEUS POR CADA MINUTO DE SUA VIDA! Um ano é o tempo que a Terra demora para dar a volta ao redor do sol. São 365 dias. O
ano solar ou tropical tem 365 dias, 5 horas 48 minutos e 46 segundos. esse números é usados para a maioria dos cálculos
astronômicos. O ano sideral tem 365 dias, 6 horas, 9 minutos e 10 segundos.
Ele é utilizado algumas vezes nos cálculos dos astrônomos por ser o tempo que
a Terra leva para dar a volta à sua órbita, usando com referência estrelas
fixas. O ano bissexto acontece a cada 4 anos, quando
essas horas, minutos e segundos extras do ano sideral são somados ao ano
solar e formam um dia a mais. A abreviação a.C. significa "antes de
Cristo" e d.C., "depois de Cristo". A contagem dos anos na era
cristã é feita a partir do nascimento de Jesus. no
ano 525, o monge Dionísio Exíguo fixou essa data em 25 de dezembro do ano 753
da fundação de Roma. Assim, o ano romano de 754 corresponderia ao ano 1 da era cristã. Pesquisadores da Bíblia, porém, acreditam
que a data correta do nascimento de Jesus seria o ano 748 do calendário
romano. o período anterior ao nascimento de Cristo é
computado em contagem regressiva. O ano cósmico é o tempo que o sol leva para
dar uma volta ao redor do centro da Via Láctea - aproximadamente 225 milhões
de anos. Como
surgiu a internet? Podemos dividir a história da
humanidade em três importantes eras: agrícola, industrial e digital. Na era
digital a sociedade tem recebido o nome de “sociedade da informação”, aquela
cuja cultura e economia dependem essencialmente da tecnologia, da comunicação
e da informação. Em tese, todos participam de alguma maneira da interação,
compartilhando o conhecimento com base nas informações que possuem. Através da convergência tecnológica, o processo
de troca de comunicação é muito facilitado. Hoje podemos processar
informações variadas em uma só forma: a forma digital. Diferentes aparelhos
são multifuncionais, fazendo uso somente de um pequeno chip. Através de
celulares, por exemplo, acessamos a Internet, ouvimos rádio e músicas em
formato mp3, enviamos e-mails, fotos, vídeos e mensagens curtas de texto (SMS), entre
tantas outras funções. A era é nova e o nome que deram à sociedade atual
é pomposo. Deve-se ter cuidado, porém, em não generalizar, tendo em vista a
realidade brasileira que é marcada pela exclusão digital. Com a queda de
preços e o crescimento da Internet a inclusão digital tem aos poucos acontecido, mas ainda a passos de tartaruga. Observemos o que nos ensina Hugo Assmann, professor e Doutor em Teologia, com ênfase em
Filosofia da Educação: “A sociedade da informação é a sociedade que está
sempre a constituir se, na qual são amplamente utilizadas tecnologias de
armazenamento e transmissão de dados e informação de baixo custo. Esta
generalização da utilização da informação e dos dados é acompanhada por inovações
organizacionais, comerciais, sociais e jurídicas que alterarão profundamente
o modo de vida tanto no mundo do trabalho como na sociedade em geral. No futuro, poderão existir modelos diferentes de
sociedade da informação, tal como hoje existem diferentes modelos de
sociedades industrializadas. Esses modelos podem divergir na medida em que
evitam a exclusão social e criam novas oportunidades para os desfavorecidos.
A importância da dimensão social caracteriza o modelo europeu. Este modelo
deverá também estar imbuído de uma forte ética de solidariedade. A mera disponibilização crescente da informação
não basta para caracterizar uma sociedade da informação. O
mais importante é o desencadeamento de um vasto e continuado processo de
aprendizagem.” Neste contexto, podemos falar da Internet. A
Internet surgiu nos anos 60, na época da Guerra Fria, nos Estados Unidos. O
Departamento de Defesa americano pretendia criar uma rede de comunicação de
computadores em pontos estratégicos. A intenção era descentralizar informações
valiosas de forma que não fossem destruídas por bombardeios se estivessem
localizadas em um único servidor. Assim, a ARPA (Advanced
Research Projects Agency), uma das subdivisões do Departamento, criou uma
rede conhecida por ARPANET, ligada por um backbone
(“espinha dorsal”, isto é, estruturas de rede capazes de manipular grandes
volumes de informações) que passava por debaixo da terra, o que dificultava
sua destruição. O acesso à ARPANET era restrito a militares e pesquisadores,
demorou chegar ao público em geral, pois temiam o mau uso da tecnologia por
civis e países não-aliados. No Brasil, a conexão de computadores por uma rede
somente era possível para fins estatais. Em 1991, a comunidade acadêmica
brasileira conseguiu, através do Ministério da Ciência e Tecnologia, acesso a
redes de pesquisas internacionais. Em maio de 1995, a rede foi aberta para fins
comerciais, ficando a cargo da iniciativa privada a exploração dos serviços. Hoje, para conectar
seu computador, o usuário paga os serviços de um provedor de acesso ou tem
conexão direta. O fenômeno Internet difere dos outros meios de
comunicação conhecidos até agora, haja vista que a postura do receptor no
rádio e na televisão é meramente passiva, enquanto em relação à Internet o
receptor participa selecionando e emitindo informações. Há várias maneiras de trocar e obter informações
através da Internet, dentre as quais: World Wide
Web (www), mecanismos de
busca, e-mail (correio eletrônico), peer-to-peer,
IRC (Internet Relay Chat), VoIP
(voz sobre IP), listas de discussão, bate-papos e mensagens instantâneas. A
própria rede, por sua vez, é acessada através de diversos meios,
caracterizando o típico exemplo de convergência tecnológica, da facilitação
no processo de troca de comunicação. A Internet está presente em
computadores, celulares, palms, e diferentes
aparelhos multifuncionais. Voltemos ao tempo. Conseguimos nos imaginar sem
esta maravilhosa invenção que hoje é uma oportunidade de atravessar
fronteiras, derrubar barreiras e dividir idéias de forma única? Além de tudo,
a internet aumenta a capacidade de leitura (também estimulando novas
leituras), ajuda a encontrar informações, resolver problemas e, sem dúvida, a
adquirir competências cada vez mais exigidas no mercado de trabalho. Fica no
ar a pergunta, cuja resposta soa um tanto óbvia para a maior parte dos
usuários desta ferramenta incomparável. Fonte: brasilescola |